TI-RINHAS

Três quadrinhos incomodam, incomodam, incomodam muita gente…

Movimento: Fora Sarney!

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Episódio 4 - Movimento Fora Sarney!.

Série: Momentos Especiais / Episódio 4 – Movimento: Fora Sarney!

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Written by robmaia

01/07/2009 às 18:11

24 Respostas

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  1. Saudações!
    Amigo Roberto,
    FANTÁSTICO!
    kkkkkkkkkkkkkkkkk
    Nossa!…Agora a coisa ficou preta!
    Parabéns!
    LISON

    LISON

    01/07/2009 at 20:59

  2. Roberto,
    Sarney deveria aproveitar esta sua última chance de demonstrar um pouco de decência, renunciando ao cargo de Presidente do Senado ou, no mínimo, pedindo afastamento temporário, para que as investigações possam ser realizadas com a isenção que os eleitores, pagantes de impostos, merecem.
    Nada menos do que isto.
    Abraço,
    Edu

    Eduardo Buys

    01/07/2009 at 21:22

    • Edu, você está certo. Mas, infelizmente, esse tipo de político tem compromisso somente com as próprias ambições; e nada mais. Valeu, amigo. Muito obrigado. Abraço.

      robmaia

      01/07/2009 at 21:55

  3. Caro colega!
    Essa tirinha é demais…
    Muito boa…
    So vc mesmo.

    Gerson Bastos

    01/07/2009 at 22:00

  4. Ainda bem que ele tem um defensor. Assim não podem dizer que a unanimidade é burra! hahahahaha

    Abraços

    Rodrigo Piva

    01/07/2009 at 22:58

  5. rsssssssssss ri aki cara

    Silvio Koerich

    02/07/2009 at 02:44

  6. É isso aí. Quando o Sarney for para o inferno o capeta renuncia.

    Elias

    02/07/2009 at 08:29

  7. hauhauhauau…
    Eu pensei que nem o Diabo quisesse o Sarney!!
    Abs

    Su

    02/07/2009 at 09:13

  8. Muito bom…
    Tô fazendo um control c + CONTROL V
    PARABÉNS
    Gabi

    Gabriela

    03/07/2009 at 10:20

  9. José Sarney, um político imoral. Um abraço. Drauzio Milagres.

    Drauzio Milagres

    04/07/2009 at 12:14

  10. Amoooooooooooooooo suas tirinhas
    bjao grandão!!!

    Júnia

    05/07/2009 at 01:21

  11. isso ai fora sarney. Vamos nos manisfestas através de tirinhas, textos, imagens e vídeos.

    Fora Sarney e se Lula quer te defender, que ele vai junto. Chega de vergona no Brasil…..

    Quem defende pilantra, pilantra é também…..

    Porque não fazem que nem Obama fez, disse que escolheu mal seu equipe e no mesmo dia das denuncias demitiu os envolvido.

    Mais aqui no Braisl é um monte de rabo preso, ai ficam ai defedendo esse Sarney a troco de que? espero que a população reflita muito bem…

    Icaro

    06/07/2009 at 23:40

  12. Ei, eu sou do movimento Fica Sarney, porque o povo brasileiro te merece!

    Cidão

    07/07/2009 at 14:18

  13. as coisas estao desta forma por culpa da população.este cara(Sarney) está na vida pública há décadas.Imaginem o quanto ele já fez por “baixo dos panos”.E o povo continua votando em pessoas desta estirpe.Eu quero que ele se foda.É tremendo pilantra.

    marco medeiros

    09/07/2009 at 20:48

  14. 2010 VEM AI, “ELEJA, NÃO REELEJA”, VAMOS LIMPAR O CONGRESSO, AQUELE SHOW DE HORRORES, COM CPIS TERMINANDO EM PIZZA, DEPUTADOS E SENADORES ARROGANTES, ACOBERTANDO UNS AOS OUTROS. OS ATUAIS DEPUTADOS E SENADORES SABEM O QUE ALI OCORRE, POREM SÃO CONIVENTES! ALGUNS CRITICAM SEUS PARES, MAS FALTA CORAGEM. LAMENTÁVEL PORQUE PRECISAMOS DE HOMENS QUE MORALIZEM AQUELAS INSTITUIÇÕES.
    caranovanocongresso.blogspot.com

    Waldemar MArtins

    17/07/2009 at 12:37

    • Waldemar, eu também sou a favor de se promover, através do voto, uma faxina completa no Congresso Nacional. Pode ser até que dê errado. Mas temos que tentar. Valeu, amigo. Abraços.

      robmaia

      09/08/2009 at 00:16

  15. “Os políticos são como as fraldas… Devem ser trocados constantemente, e sempre pelo mesmo motivo…”
    “Haverá um dia em que todos voltaremos a ser felizes… Será o dia em que “Rosinhas” voltarão a ser apenas flores; “Garotinhos” apenas crianças; “Genuínos” serão coisas verdadeiras; “Serra” será apenas um acidente geográfico ou uma ferramenta; “Genro” apenas o marido da filha; “Lula” apenas um molusco marinho; e, “Severino”, apenas o porteiro do prédio…”

    Antônio Leão

    29/07/2009 at 22:58

  16. Fora Sarney, pelo fim do Senado e por uma Câmara única

    O Senado Brasileiro está mergulhado numa profunda crise ética e de moralidade pública, com atos não normatizados e todas as formas de utilização espúria do dinheiro público partilhado entre os mandatários do Senado brasileiro, conforme obriga-se a denunciar a grande imprensa.

    O chefe geral das maracutaias é o próprio presidente do Senado, José Sarney, assim como grande parte dos representantes da Mesa Diretora, com a contratação de parentes, a prática de nepotismo deliberada e outros senadores denunciados pelo esquema das contratações ocultas e secretas.

    Como um bom jogador dos meandros da política brasileira, a Raposa Sarneyana parte para a tática do ataque como elemento de defesa, desfoca e despersonaliza suas maracutaias e joga para o conjunto do Senado matar no peito e botar a bola no campo novamente; como se tudo que vem ocorrendo fosse natural.

    O que está em cheque são os sucessivos escândalos que tem tomado conta da opinião pública que se enoja e enjoa com o comportamento corporativo dos senadores. Claro que toda essa excrescência (senadores eleitos e a própria instituição) existe em função dos balcões de negócio em que tem se transformado as campanhas bilionárias desses senhores e que, ao final, em nada mudam na vida da classe trabalhadora.

    Outro fato a ser destacado é a existência, no Brasil e em vários outros países, da representação bicameral, com a Câmara e o Senado, que se congregam no que conhecemos como Congresso Nacional. Em nossa opinião, o Senado não tem nenhuma função que justifique a sua existência, ainda que não nos iludamos com o papel da Câmara dos Deputados, que atua quase sempre em defesa dos interesses da classe dominante e também vive mergulhada em escândalos de corrupção.

    Por isso, considerando a atual conjuntura e a presente correlação de forças em nosso país, defendemos que o Senado não deveria continuar existindo, pois além de representar gastos desnecessários aos bolsos dos contribuintes brasileiros vive de desmandos e da farra com o dinheiro público, além de só atuar para emperrar a tramitação e aprovação das leis urgentes e necessárias, pelo seu papel de casa revisora, em nosso país.

    Da mesma forma que houve sensibilidade e engajamento pelo fora Collor, FHC, Fora o FMI, Fora Renan, com ampla participação das forças democráticas, devemos sair às ruas pelo Fora Sarney, pelo fim do Senado e por uma câmara única, pois neste momento, até a mídia burguesa não suporta o grau de oportunismo e degeneração desses políticos, com as práticas de corrupção institucionalizadas por eles, e pela inutilidade do que representa o Senado, que hoje é, de fato, uma instituição caduca e senil politicamente. Embora sua existência seja ainda uma realidade, politicamente já não se justifica sua existência enquanto representação dos Estados.

    – Confisco, condenação e prisão dos políticos que acumulam riqueza com o dinheiro público!

    – Fora Sarney, pelo fim do Senado e por uma câmara única!

    Roberto Aguiar

    30/07/2009 at 10:45

  17. NÃO DÁ PARA ENTENDER COM QUE O LULA TEM ESTE ÍNDICE DE APROVOVAÇÃO, APOIANDO A CORRUPÇÃO QUE ELE COMBATEU DURANTE 25 ANOS. A PESQUISA DEVE SER REALIZADA SOMENTE COM QUE RECEBE BOLSA FAMILIA.
    VAMOS BRASILEIROS, VAMOS DAR O TROCO NÃO VOTE EM NINGUEM DESTA VEZ. MOSTRAREMOS QUE NÃO SOMOS IDIOTAS COM ELES PENSAM. ESTE PT É BEM CORRUPTO E ENGANADOR. FOI ENGANASO NO 1ºANDATO, AGORA NUNCA MAIS

    wárnio Antônio de Souza

    30/07/2009 at 20:03

  18. Quero criar um novo movimento além do fora sarney. Sem nenhum proconceito. Movimento “Sarney é Gay”.

    Sérgio

    06/08/2009 at 21:13

  19. Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembléia da República
    BRASILIA – DISTRITO FEDERAL

    Protocolo nº 0065737/09/WW

    Sr.(a) ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    O Senado Federal agradece a colaboração.
    Sua participação é muito importante para nós.

    O número de Protocolo da sua mensagem é: 0065737 / 09 / WW
    O numero de Protocolo da sua mensagem junto a Mesa Diretora é: 0065745 / 09 / WW
    O numero de Protocolo da sua mensagem junto a CCJ é 0065747 / 09 / WW

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA, cidadão brasileiro, em pleno exercício, uso e gozo de suas prerrogativas e direitos políticos, portador do título de eleitor 0000343100329 – Zona 0151 – Seção 0200 – CPF 313-300-707-63, com domicilio na Avenida Luiza Fontinelle 300 – Município de Tangua – RJ – Cep: 24-890-000 – Tel. (21) 3087.8742 – 9101.1464, BLOGS: http://WWW.CRUZADAFORASARNEY.NING.COM http://WWW.FORASARNEYOIMORAL.NING.COM http://WWW.FORASARNEYOIMORTAL.NING.COM E-MAILS: antoniogilsondeo@gmail.com
    antoniogilsondeo@bol.com.br delegaciadoconsumidor@gmail.com ceucerto@ibest.com.br ; onde recebe citações e notificações, EM CONFORMIDADE COM O DISPOSTO NO ARTIGO 58 e 5º – LXXIV DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, vem mui respeitosamente como de fato propõe a presente:

    REPRESENTAÇÃO

    Em face de:

    1) Exmo.Sr. Presidente do Senado Federal, Senador José Sarney,
    2) Exmo. Sr., Senador Renan Calheiros;
    3) Alexandre Gazineo, Diretor-Geral do Senado;
    4) Ralph Siqueira, Diretor de Recursos Humanos do Senado;
    5) Diretor Geral do Senado Haroldo Tajra;
    6) Franklin Albuquerque Paes Landim, servidor do Senado;
    7) Fernando Jose Macieira Sarney,
    8) João Fernando Michels Gonçalves Sarney, neto – exonerado
    9) Vera Portella Macieira, sobrinha – Assessora Técnica da Presidência;
    10) Maria do Carmo de Castro Macieira, nomeada para Cargo no gabinete da senadora Roseana Sarney;
    11) Henrique Dias Bernardes, namorado da neta do Presidente do Senado
    12) Ex-Diretor Geral Agaciel Maia.
    13) Ex-Chefe de Gabinete Celso Antonio Menezes,
    14) João Carlos Zoghbi – Diretor de Recursos Humanos
    15) Senador Arthur Virgilio Neto;
    16) ………………… Assessor parlamentar do senador Arthur Virgilio Neto que percebia salário enquanto morava e estudava na Espanha.
    17) Senador Paulo Duque – Engavetador Geral de Denuncias;
    18) Rodrigo Miguel Cruz, genro do ex-secretário geral da Casa, Agaciel Maia, do qual foi padrinho de casamento, que diz não conhecer

    LITISCONSORTES PASSIVOS NECESSÁRIOS

    Todos os BENEFICIADOS anteriormente CITADOS NAS EDIÇÕES DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO e os NOVOS relacionados nessa NOVA RELAÇÃO DE NOMEADOS, BENEFICIADOS, vazada a imprensa na madrugada de 13/08/2009 constituída de 468 contemplados, e, que o senador Heráclito Fortes denominou de “sabotagem”, “molecagem”. Com propósito exclusivo para desestabilizar, desacreditar a instituição e provocar o retorno ao “status quo”.

    Pelos seguintes motivos e razões de fato e de direito:

    DOS FATOS

    Desde o inicio do ano de 2009 o Senado Federal vem sendo “bombardeado” quase que diuturnamente com os mais variados tipos de denuncias.

    Quando a sociedade pensa que já não mais existe a ocorrência de fatos ainda mais agravantes, é surpreendido com a pratica de irregularidades ainda mais vexatória, constrangedoras e deploráveis, mas não para os PARLAMENTARES QUE JÁ SE HABITUARAM A ESSA ROTINA DE INDECÊNCIAS, mas para o CIDADÃO ELEITOR E CONTRIBUINTE QUE ATÔNITO NÃO ACREDITA NO QUE VÊ E OUVE.
    Em meados do mês de julho/2009 após torrencial onda de denuncias de irregularidades vantagens e benefícios indevidos que se estendiam desde o Presidente do Senado (auxílio moradia, nepotismo, trafico de influencia, peculato, falsificação documental pública) e se estendiam até as contratações, nomeações, aumento de salários, horas extras, pagamentos a funcionários inexistentes,) o jornal o ESTADO DE SÃO PAULO revelou a existência dos ATOS SECRETOS, que vinham sendo utilizados a longa data para admissão de PARENTES sem o devido preceito estabelecido na Constituição Federal e remanejamento sem atendimento ao disposto no Regimento Interno, com flagrante desrespeito as Normas de Conduta e Ética que regem a função pública e toda sociedade.

    Muito embora tenha o servidor do Senado, Chefe de publicação, Franklim Albuquerque Paes Landim confirmado e declarado em depoimento junto a Policia Federal e Ministério Público Federal que os ATOS SECRETOS ADMINISTRATIVOS DE FATO EXISTIAM e que as ORDENS PARA ESCONDER ERAM PROVENIENTES dos EX-DIRETORES AGACIEL MAIA e JOÃO CARLOS ZOGHBI, mentores da fraudulenta manobra de NÃO PUBLICAR DEDISÕES ADMINISTRATIVAS, as representações e denuncias não evoluíram na Comissão de Ética no sentido de investigar, apreciar e penalizar as partes envolvidas.

    O Chefe de Publicação Franklim Landim esclareceu que as ordens que recebia lhe eram transmitidas por e-mail e também verbais através de CELSO ANTONIO MENEZES, ex-Chefe de Gabinete de Agaciel Maia.

    O relatório final da Comissão instalada para levantar os atos secretos no Senado, identificou um total de 663 atos baixados e não publicados.

    O relatório aponta Agaciel Maia, como responsável pelos procedimentos.

    “O uso indiscriminado de boletins suplementares entre os quais 312 não publicados, contendo 663 atos, que integram o presente relatório, e os demais documentos e fatos examinados pela Comissão constituem indícios de que tenha havido deliberadamente falta de publicidade dos atos”.
    Recomenda a abertura de uma sindicância para investigar o assunto. Conclui que a responsabilidade pelo “Boletim de Administração de Pessoal” e da Diretoria-Geral.
    diz o texto do relatório entregue à Mesa Diretora.

    ATOS SECRETOS

    À princípio foram divulgados pelo Jornal o Estado de São Paulo 663 atos secretos baixados e não publicados, no curso de 14 anos beneficiando parentes, amigos e correligionários dos senadores Jose Sarney e Renan Calheiros.
    A edição dos atos secretos beneficiou ou obteve a chancela de pelo menos 37 senadores e 24 ex-parlamentares desde o ano de 1995. A investigação revela que a prática de esconder decisões envolveu todos os presidentes e primeiros-secretários que passaram pelo senado desde 1995. Fazem parte deste relatório investigativo o atual primeiro secretário, senador Heráclito Fortes, responsável pela comissão que levantou os atos, parlamentares com cargo na Mesa que referendaram parte dos atos secretos. O que se presume que se estabeleceu no SENADO FEDERAL, quiçá, no Congresso Nacional uma verdadeira “MAFIA DE ATOS SECRETOS” para desviar verbas, empregar parentes, amigos e amigo dos amigos (ADA), FRAUDANDO DOCUMENTOS, CONCURSOS PÚBLICOS, em detrimento daqueles que pagam taxas e submetem aos concursos realizados por estas instituições públicas e mesmo assim jamais são convocados.

    Não bastassem as graves denuncias que vazaram para a imprensa, na madrugada de 13/08/2009 nova relação constituída de 468 contemplados é divulgada pela imprensa, e, que o senador Heráclito Fortes denominou de “SABOTAGEM” “MOLECAGEM” de alguém que foi prejudicado e quer retornar.

    CONSELHO DE ÉTICA DO SENADO

    Para apuração das incontáveis irregularidades amplamente constatadas e divulgadas por toda mídia nacional a base aliada e a tropa de choque do Governo, com o propósito de blindar e inviabilizar qualquer possibilidade de prejuízo colocaram para Presidente do Conselho de Ética um cidadão que sequer foi candidato a cargo eletivo, com função de julgar e até definir (voto de minerva) o destino e atuação do Parlamentar submetido ao escrutino do eleitor.
    Antes mesmo de tomar conhecimento do teor das DENUNCIAS e REPRESENTAÇÃO que foram distribuídas / protocoladas pelos Partidos PSDB e PSOL, questionado pela imprensa se agiria com imparcialidade declarou que “Não existe independência total em política” fazendo alusão e antecipando-se claramente seu decisum.
    Ironizando, debochando do cidadão acrescentou que após análise das denuncias e decisão a população o “Acharia bonito”.

    TIPIFICAÇÃO DOS CRIMES PRATICADOS

    A Policia Federal e o Ministério Público Federal já tipificaram a prática dos atos secretos como sendo:
    Improbidade administrativa, inserção de dados falsos, falsificação ou adulteração de documentos e papeis públicos, corrupção, prevaricação, peculato, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, remessa ilegal de divisas, sonegação de impostos, falsidade documental, formação de quadrilha, abuso de poder e autoridade, quebra de decoro parlamentar pela edição de atos secretos, omissão da verdade, declaração falsa ao saber que integrava a Administração da Fundação José Sarney. Descaminho e uso indevido de patrocínio da Petrobras, verba pública no valor de R$500 mil reais. Aumento indevido dos próprios salários e de terceiros.

    DESENCANTO E DECEPÇÃO POLITICA

    As constantes denuncias e escândalos políticos que tomaram conta de todos os periódicos nacionais em todas as modalidades de veículos de comunicação, com repercussão internacional, deixaram o eleitor apático, absolutamente atônito, desencantado e decepcionado com toda a classe política.

    DIANTE DE TANTA BADERNA, DE TANTA DENUNCIA DE CORRUPÇÃO E ROUBALHEIRA O CIDADÃO, SEM EXCEÇÃO, TODA A POPULAÇÃO, ESTÁ ENOJADA DA POLÍTICA.
    CORRUPÇÃO ATIVA – CORRUPÇÃO PASSIVA – PREVARICAÇÃO – PECULATO – FORMAÇÃO DE QUADRILHA – SINDICATO DO CRIME ORGANIZADO – ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA – MENSALÃO – PIZZAIOLOS – PICARETAS – DOLAR NA CUECA – PROPINODUTO – SANGUESSUGAS – MÁFIA DO LIXO – DOSSIE, ALEM DE OUTROS INCONTÁVEIS CASOS INDIVIDUAIS QUE OCORRERAM NO ÂMAGO DO PARLAMENTO BRASILEIRO COMO O CASO DO SEVERINO CAVALCANTI, DO RESTAURANTE, etc.,

    São tantos os adjetivos negativos, depreciativos, atribuídos ao PARLAMENTO e ao próprio EXECUTIVO FEDERAL que por mais que se tente não se consegue gravar o rol de violências praticadas em detrimento da ética e moral do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do cidadão eleitor que, passadas às eleições é o RESPONSÁVEL PELA DECADENCIA, FALENCIA E PUTREFAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES POLITICAS.

    Os fatos de ilegalidades são tantos e de tamanha gravidade e envolvimento da cúpula do CONGRESSO NACIONAL, PODER EXECUTIVO FEDERAL e do PRÓPRIO PRESIDENTE DA REPÚBLICA que se tornam despicientes realizar um relatório, o que tornaria extremamente ENFADONHO.

    Todo esse escândalo que atualmente envolve o Senado Federal, compromete e coloca sob suspeita todos que ali trabalham, é de tal gravidade que ocupa todo o tempo e espaço dos meios de comunicações. De forma que é absolutamente desnecessário esmiuçar detalhes por ser conhecimento de todos, principalmente da opinião pública.

    JURISPRUDENCIA

    Constituição Federal – Art. 58
    II – convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições
    IV – receber petições, reclamações, representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas.
    V – solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão;

    Lei 8429/92
    Art. 14° – Qualquer pessoa poderá representar à autoridade administrativa competente para que seja instaurada investigação destinada a apurar a prática de ato de improbidade.
    XXXIV – o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa do direito ou contra ilegalidade ou abuso de poder;

    CONSTITUIÇÃO FEDERAL

    Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:

    I – Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasil3iros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei.

    II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei. Ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.

    SANÇÃO

    § 4º. Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação prevista em lei, sem prejuízo da AÇÃO PENAL CABÍVEL.

    Art. 14 § 9º

    A Emenda Constitucional no. 4 de 1994, alterou o art. 14 9º que passou a vigorar com a seguinte redação.

    “Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influencia do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego da administração direta ou indireta”
    Esta Emenda Constitucional tem como escopo preservar a legitimidade as eleições contra a interferência da FRAUDE, CORRUPÇÃO, PODER ECONÔMICO, ABUSO DO PODER POLÍTICO, DE AUTORIDADE, ABUSO DO EXERCICIO DE FUNÇÃO, CARGO OU EMPREGO NA ADMINISTRAÇÃO DIRETA OU INDIRETA.
    Não basta que os candidatos pautem seus atos, em princípio, no cumprimento da lei, de forma objetiva.
    É preciso atender aos padrões de conduta que a comunidade deseja, ou seja, com moralidade administrativa.

    A Emenda Constitucional no. 4 / 94,
    Introduziu no texto Constitucional as expressões ” a probidade administrativa, a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato e”

    LEI COMPLEMENTAR 64 / 90
    Criou a AÇÃO DE INPUGNAÇÃO DE MANDATO, (art. 14 § 10º) e a INVESTIGAÇÃO JUDICIAL, procedimento administrativo jurisdicional criados pela Lei Complementar que VISA A REPRESSÃO A FRAUDE, CORRUPÇÃO E AO ABUSO DO PODER ECONÔMICO, DE AUTORIDADE OU P O L Í T I C O

    LEI NO. 8,429 DE 2 / 6 / 1992

    Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos caos de enriquecimento ilícito no exercício do mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providencias.

    Estes INSTITUTOS, associados se constituem no instrumental hábil para se pugnar pela MORALIDADE ADMINISTRATIVA no curso dos mandatos e durante os PLEITOS com o objetivo de EXPULSAR, EXTIRPAR DO JOGO ELEITORAL AQUELE OU AQUELES COM COMPORTAMENTO AÉTICO.

    LEI 9840 25,09,99

    Estabelece penalidades rigorosas, inclusive com perda de mandato para aqueles que praticam a “compra de votos”.

    DOS PEDIDOS

    Posta esta ação em seus fundamentos, espera o Autor que em conformidade com o que estabelece a Magna Carta Constitucional, não resta dúvida que as partes incorreram nas infrações previstas, portanto estão sujeitas ao crivo sumário da lei.
    Isto posto requer o estabelecido no:
    Art. 58
    II – realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil
    II – convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições
    IV – receber petições, reclamações, representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas.
    V – solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão;

    Por consectário lógico espera:
    Seja ela distribuída, recebida e autuada e logo sejam atendidos os pedidos;

    1) Determine o desarquivamento, apuração criteriosa de todas as irregularidades mencionadas e prosseguimento das denuncias e representação contra o Presidente do Senado Sr. Jose Sarney e Arthur Virgilio Neto;
    2) Seja realizada cópia de todas as 11 (onze) representações / denuncias apresentadas e arquivadas pelo presidente da Comissão de Ética e devidamente anexadas a esta representação;
    3) Citação / intimação de todas as partes mencionadas nos atos secretos / Boletins Administrativos; Senadores e servidores ativos, exonerados em razão desses irregulares e criminosos procedimentos administrativos;
    4) Aplicação de todas as sanções constitucionais, administrativas, cíveis e criminais cabíveis às infrações apontadas e já efetivamente comprovadas, declaradas e com RÉU CONFESSO;
    5) Ressarcimento aos cofres públicos das verbas percebidas devidamente atualizadas, SEM PREJUIZO DA DEMAIS SANÇÕES PENAIS;
    6) Remessa dos autos ou cópia ao Ministério Público Federal para adoção das medidas cabíveis;
    7) Protesta pela oitiva e depoimento verbal de todas as partes inclusive e especialmente dos peticionantes.

    Tangua, 13 de agosto de 2009.
    Termos em que
    Aguarda deferimento

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    Copia desta petição está veiculada nos blogs:

    http://WWW.CRUZADAFORASARNEY.NING.COM

    http://WWW.FORASARNEYOIMORTAL.NING.COM

    http://WWW.FORASARNEYOIMORAL.NING.COM

    Nesta data foram protocoladas cópias junto a:
    Ouvidoria Parlamentar da Câmara – e-mails para todos os senadores e deputados federais e estaduais
    Ministério Público Federal – Policia Federal;
    Tribunal de Contas da União, CGU – PGR – etc.
    E-mails para toda imprensa nacional, internacional, sites, blogs e livros de visita.

    CONSIDERANDO QUE OS SENHORES MEMBROS DO PARLAMENTO ESQUECERAM JÁ FAZ MUITO TEMPO DO SIGNIFICADO DO QUE SEJA ÉTICA, MORAL, PROBIDADE, PUBLICIDADE, SÓ PARA LEMBRAR:
    DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

    As petições dirigidas a ÀSSEMBLEIA DA REPÚBLICA são endereçadas ao Presidente e apreciadas pela comissão especialmente constituída para o feito.
    A comissão de Petições pode ouvir as comissões competentes em razão da matéria.
    As comissões podem ouvir os peticionantes, solicitar depoimentos de quaisquer cidadãos e requerer informações e documentos a outros órgãos de soberania ou a quaisquer serviços públicos e privados sem prejuízo do disposto na lei sobre sigilo profissional ou segredo de Estado.

    Findo o exame da petição, é elaborado relatório devendo a Comissão de Petições enviar relatório final ao Presidente da Assembléia da República, com proposta de providencias que julgue adequadas, se for caso disso.
    Os prazos para apreciação de petições e sua prorrogação, a composição e o funcionamento da Comissão de Petições e respectivos poderes e deveres constam do Regimento da Assembléia da República.
    a) Comissão de Petições
    b) Regimento da Assembléia da República

    OUTRA VELHA DISCURSSÃO INTENTADA PELO MESMO PETICIONÁRIO.

    — MENSAGEM ORIGINAL —–
    De: “Ouvidoria Parlamentar” ouvidoria.parlamentar@camara.gov.br
    Enviada em: Ter, 14 Jun. 2005 14:35:08
    Assunto: Res: Resposta da Ouvidoria

    Carta O. P. Nº 1221/05

    Brasília / DF, 14 de junho de 2005
    Prezado Senhor Antônio Gilson de Oliveira,
    Comunicamos o recebimento de sua mensagem, aqui na Ouvidoria Parlamentar.
    Ela traz um desabafo sobre acontecimentos recentes de suposta corrupção envolvendo membros da Câmara dos Deputados.
    Em atenção à sua preocupação, fazemos alguns
    esclarecimentos.

    A Câmara dos Deputados é composta pelos 513 parlamentares de todo o Brasil, eleitos por milhões de brasileiros que garantiram, na expressão do voto, a ascensão dos seus representantes ao mandato parlamentar. Temos consciência de que alguns deputados podem estar comprometidos, apesar da boa-fé de quem os elegeu, com processos ilícitos que firam o decoro parlamentar e que, portanto, os sujeitam à perda do mandato. Esse conhecimento é decorrente das denúncias recentes, de amplo conhecimento da sociedade.
    Em função disso, e assim como já ocorreu no passado, a Câmara dos Deputados tudo fará para que os fatos sejam apurados e para que os envolvidos sejam punidos.

    Não compactuamos com a impunidade. Como exemplo do esforço desta Casa de Leis, estamos apoiando, sem restrições, a criação, a instalação e o bom funcionamento de todas as comissões parlamentares de inquérito que se devotem a esclarecer os acontecimentos recentes e punir os culpados que sejam identificados nas investigações. Isso é válido para a CPMI dos Correios – que hoje escolhe seu presidente e relator –, para as ações que venham a apurar os fatos relacionados ao chamado “Mensalão” e para qualquer outra necessidade que surgir. Diligências neste sentido terão início hoje com a reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que ouvirá o Deputado Roberto Jefferson, protagonista em vários dos episódios que deflagaram a crise atual. Terá papel relevante, também, a Corregedoria Parlamentar, órgão importante nos processos que fatalmente advirão em face das denúncias.
    Embora lamentemos a crise política, lembramos que ela é decorrente de um processo iniciado nas urnas. Sugerimos enfaticamente aos cidadãos que nos procuram que sejam os portadores dessa mensagem da Casa do Povo: cuidem para que suas preferências recaiam sobre pessoas de comportamento ilibado, cujas ações não levem a dúvidas sobre a honestidade das suas determinações. Da mesma forma que o “caráter coletivo” da Câmara dos Deputados é determinado pelo conjunto das decisões individuais de cada eleitor, uma só escolha equivocada pode estabelecer a impressão de que todo o Poder Legislativo compactua com a corrupção. Isto, definitivamente, não é a verdade.
    Não é, absolutamente, como pensa a grande maioria dos 513 deputados eleitos pelo povo.
    Agradecemos a mensagem e contamos com sua ajuda para divulgar este apelo cívico.
    Atenciosamente,
    Assessoria da
    Ouvidoria Parlamentar da Câmara dos Deputados
    Ouvidor-Geral Deputado Custódio Mattos

    Senado culpa aliado de Agaciel por novos atos secretos
    14/08 – 07:41 – Agência Estado


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    BRASÍLIA – Partiu de um integrante da chamada tropa de choque do ex-diretor Agaciel Maia a ordem para que os 468 atos secretos revelados nesta quinta-feira – editados entre 1998 e 2000 como “suplementares” – fossem publicados após 29 de maio no Boletim de Administração de Pessoal (BAP), sistema que divulga esses dados.
    • Veja os atos secretos do Senado
    • Debates de ‘baixo nível’ no Senado desmotivam população, diz Lula
    • Governistas recorrem a arquivamento de ação contra Virgílio
    • Eleitores mandam recado para o Senado. Envie a sua mensagem!

    Agência Brasil

    O ex-diretor do Senado Agaciel Maia
    Promovido a diretor de Recursos Humanos em março, Ralph Siqueira, que integrou a comissão que investigou a existência dos boletins sigilosos, ordenou a introdução dos atos no sistema para legalizá-los.
    A ação, detectada por um grupo de servidores não-alinhados com a “turma do Agaciel”, escancarou o conflito de bastidor entre os funcionários. Ralph deixou o cargo no dia 23 de junho.

    O primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI) pretende abrir um processo administrativo contra o servidor. O senador já foi informado de que há provas técnicas contra Siqueira. Nesta quinta, o funcionário admitiu a responsabilidade pela publicação desses outros atos só agora. Mas negou que tenha feito isso de modo oculto. “De forma nenhuma, tudo foi feito com transparência”, afirmou. Para ele, esses 468 atos não são secretos, porque foram impressos pela gráfica do Senado na época, apesar de não terem tido publicidade externa. “Há o registro da tiragem, de que a gráfica imprimiu os boletins.”

    A ordem para publicar partiu de Siqueira, mas quem inseriu os dados teria sido Franklin Paes Landim, que revelou em junho ter recebido ordens para não dar publicidade aos atos secretos. Siqueira era um dos homens de confiança de Agaciel. Foi advogado-geral adjunto até outubro, uma espécie de braço direito do então advogado-geral, Alberto Cascais, ligado ao ex-diretor. Siqueira também teria determinado a publicação, em segredo, dos outros 500 boletins. Embora acusado dessa iniciativa, ele integrou a comissão de servidores que identificou os atos secretos.

    Ainda que sejam do período de 1998 a 2000, os 468 atos secretos foram publicados pelo Senado depois de 29 de maio deste ano e acabaram ignorados pela comissão de sindicância que identificou, inicialmente, os outros 663 atos secretos – a contabilidade final ficou em 511. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
    Leia também:
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    Leia mais sobre: crise no Senado

    Veja os 663 atos secretos do Senado
    25/06/2009 – 11:00 – Redação iG

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    BRASÍLIA – Veja abaixo os 312 boletins administrativos suplementares que esconderam os 663 atos secretos do Senado.
    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 1996

    Boletim Suplementar de 03 de março de 1998

    Boletim Suplementar de 03 de março de 1999 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 1999 (2)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 1999 (1)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 1999 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 1999

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2000 (1)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2000 (2)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2000

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2000

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2000

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2001

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2001 (1)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2001 (2)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2001 (1)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2001 (2)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2001 (3)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2001 (1)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2001 (2)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2001

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2001

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2002

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2002 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2002 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2002

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2002

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2002

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (1)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (2)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (3)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (4)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (5)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2003 (6)
    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (2)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (3)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (4)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (5)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2003 (6)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2003 (1)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2003 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2003 (3)

    Boletim Suplementar de 05 de maiol de 2003

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2003

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2003

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2003 (1)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2003 (2)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2003 (3)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2003 (4)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2003

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2003

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2004 (1)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2004 (2)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2004

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2004

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2004 (1)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2004 (2)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2004 (3)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2004 (1)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2004 (2)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2004

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2004

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2004

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2004 (1)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2004 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2004 (3)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2005

    Boletim Suplementar de 03 março de 2005

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2005 (1)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2005 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2005 (3)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2005 (4)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2005 (1)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2005 (2)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2005 (3)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2005 (1)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2005 (2)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2005

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2005

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2005 (1)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2005 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (1)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (3)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (4)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (5)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2005 (6)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2006

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2006

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (4)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (5)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (6)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2006 (7)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (4)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (5)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2006 (6)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2006 (4)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (4)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (5)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (6)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2006 (7)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (1)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (3)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (4)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (5)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (6)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (7)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (8)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (9)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (10)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2006 (11)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2007 (3)

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    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2007 (7)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (6)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (7)

    Boletim Suplementar de 02 de fevereiro de 2007 (8)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (6)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (7)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (8)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (9)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (10)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2007 (11)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2007 (6)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (6)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2007 (7)

    Boletim Suplementar de 07 de julho de 2007

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (6)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2007 (7)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2007 (3)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2007 (4)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2007 (5)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2007 (1)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2007 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2007 (3)

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    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (5)

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    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (8)

    Boletim Suplementar de 03 de março de 2008 (9)

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    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (6)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 04 de abril de 2008 (8)

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    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2008 (5)

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    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2008 (8)

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    Boletim Suplementar de 05 de maio de 2008 (10)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 06 de junho de 2008 (4)

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    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 08 de agosto de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (6)

    Boletim Suplementar de 09 de setembro de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (6)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (8)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (9)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (10)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (11)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (12)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (13)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (14)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (15)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (16)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (17)

    Boletim Suplementar de 10 de outubro de 2008 (18)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (6)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (8)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (9)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (10)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (11)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (12)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (13)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (14)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (15)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (16)

    Boletim Suplementar de 11 de novembro de 2008 (17)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (1)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (2)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (3)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (4)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (5)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (6)

    Boletim Suplementar de 12 de dezembro de 2008 (7)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (1)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (2)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (3)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (4)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (5)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (6)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (7)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (8)

    Boletim Suplementar de 01 de janeiro de 2009 (9)

  20. Já deveriam colocar adesivos #FORA SARNEY# nos carros, nas motas,nos para-choques de caminhões que cortam esse Brasil, de norte a sul , leste a oeste.Pelo vista a turma dessa importantíssima campanha de mobilização nacional.Ainda se encontra muito fraca!.

    RGS(pesquisador)

    28/08/2009 at 18:25

  21. Gmail ANTONIO GILSON OLIVEIRA
    INVASÃO PRORROGADA INDEFINIDAMENTE SEM CUSTO – OFICIO PRESIDENTE ROBERTO MICHELETTI
    ANTONIO GILSON OLIVEIRA 19 de outubro de 2009 13:47
    Para: redacciondigital@elpais.es, redaccion@as.com, redaccion@5dias.com, redaccion@cadenaser.com
    Cc: hoyporhoy@cadenaser.com, laventana@cadenaser.com, avivir@cadenaser.com, webmaster@prisacom.com
    Cco: antoniogilsondeo@gmail.com, ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    1. DATOS DEL DENUNCIADO DCSD-EP-002
    Tipo: Otros
    Nombre: ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
    Departamento, Municipio Gracias a Dios, AHUAS
    Dirección domiciliaria: ROBERTO MICHELETTI
    Teléfono: (21)30878742
    Ocupación o cargo: PRESIDENTE
    Institución donde sucedieron los hechos: TEGUCIGALPA
    Dirección institución: GOBIERNO HONDURENHO
    Teléfono institución 91011464
    Monto de los recursos comprometidos en la denuncia: GOVERNO INTERINO – E

    2. DESCRIPCIÓN DE LOS HECHOS DENUNCIADOS
    Escriba a continuación: Qué, Quién, Cómo, Dónde, Por qué, Nombres, Circunstancias, Lugares, Fechas y objeto de la denuncia.

    EMBAIXADA BRASILEIRA EM HONDURAS – E AGORA ZELAYA, QUEM PAGA A CONTA ?

    Excelentíssimo Senhor Procurador Geral da Procuradoria Geral da República no Estado do Rio de Janeiro

    MINISTERIO PÚBLICO FEDERAL

    Excelentíssimo Senhor Ministro do Tribunal de Contas da União -TCU

    BRASILIA – DF

    Excelentíssimo Senhor Presidente da Controladoria Geral da União – CGU

    BRASILIA – DF

    Sr.(a) ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    O Senado Federal agradece a colaboração.
    Sua participação é muito importante para nós.
    O número de Protocolo da sua mensagem é:

    PROTOCOLO JUNTO AO

    SENADO FEDERAL 0084905/09/WW

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA, cidadão brasileiro, em pleno exercício, uso e gozo de suas prerrogativas e direitos políticos, portador do título de eleitor 0000343100329 – Zona 0151 – Seção 0200 – CPF 313-300-707-63, com domicilio na Av. Luiza Fontinelle, 300 – Entrada da Embratel – Município de Tangua – RJ – Cep 24-890-000 – Tel. 021 3087-8742 – 9101.1464 – em conformidade com o disposto no artigo 5º – LXXIV, § 2º, 4º, LXXVIII, da Constituição Federal, vem mui respeitosamente propor, como de fato propõe a presente:

    REPRESENTAÇÃO DENUNCIA

    Desde o dia 28 de junho de 2009, quando retornou “clandestinamente / sorrateiramente” ao seu PAÍS HONDURAS, o Presidente deposto MANUEL ZELAYA se encontra “REFUGIADO” na “TRINCHEIRA”- EX-EMBAIXADA BRASILEIRA.

    Conforme entrevista concedida a jornalistas internacionais, somente depois de haver INGRESSADO / INVADIDO as instalações do “TERRITÓRIO BRASILEIRO” com seus 300 assessores kamikazes espartanos, foi que solicitou permissão para permanecer no local, (Transformado hoje para hospedaria, pensão, albergue, cabeça de porco), antes Representação Diplomática.

    O PROSCRITO

    O proscrito e sua comitiva kamikaze espartana, constituída de familiares, jornalistas e correligionários do DEGREDADO se imiscuíram no território Nacional Brasileiro, a exemplo do que faziam Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte com as nações inimigas dominadas: Destruindo, saqueando,estuprando, desalojando e matando inocentes.

    A MÍDIA

    Diversas mídias internacionais mostraram como estava sendo a estadia, convivência e divisão das dependências internas do imóvel, bens móveis e demais utensílios pessoais dos funcionarios da Embaixada Brasileira.

    PALANQUE, TRINCHEIRA OU BANKUER ELEITORAL

    Inexplicavelmente, antes mesmo de definir sua PRESENÇA, TEMPO DE PERMANÊNCIA, CONDIÇÃO DE ESTADA, e COGNOME ATRIBIDO, se:

    Presidente ou Ex-Presidente;

    Proscrito, exilado,

    Refugiado ou cassado,

    Terrorista ou insurgente,

    Repatriado ou expatriado,

    Subordinado ou insubordinado,

    Guerrilheiro ou Aliado – asilado político;

    Ocupando e utilizando-se de todas as acomodações (salas – escritórios – suítes – banheiros – cozinhas – móveis – pessoais) e todo o quintal, varanda e partes externas da casa, tudo foi mostrado, veiculado pelo telejornalismo internacional; transformou e adaptou o local a um estúdio teletransmissor de sua plataforma revolucionaria de pretensões políticas e base de conclamação e INCITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE REVOLTA E VIOLENCIA SANGUINOLENTA.

    O PRESIDENTE DEPOSTO / REPATRIADO, protegido pelo escudo político protetor estrangeiro, fomenta violência, guerrilha e sangria patriótica sob o slogam “PATRIA, RESTITUIÇÃO OU MORTE”

    MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

    Ignorando toda nomenclatura contida nos tratados internacionais que regem as relações diplomáticas o Governo Brasileiro transgride, desconhece, se mostra apático, declara, desacata o GOVERNO DE FACTO e se mostra discricionário, contraditório para com os mesmos e semelhantes fatos ocorrido em regiões vizinhas limítrofes que tinham os mesmos objetivos e fins políticos.

    DIREITO INTERNACIONAL

    O Direito Internacional apregoa universalmente a não interferência de um país sobre outro no que tange a sua soberania, administração e assuntos internos.

    Movido pela vaidade e ânsia de liderar o continente sul americano, intervém e se apresenta como anfitrião, mediador, conciliador, juiz de paz, sem ter sido consultado, convidado, convocado ou solicitado. Esquecendo da máxima popular que em briga de marido e mulher não deve meter a colher. Mesmo sendo consultado e nomeado interlocutor. Atitude que de fato não ocorreu.

    IMBRÓGLIO DIPLOMÁTICO INTERNACIONAL

    Custeado pelo povo / Estado Brasileiro; Tal como um placebo o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criou e mantém um laboratório experimental de divergências políticas privativas, eivado de cepas explosivas sob a batuta de “persona non grata”, estimulando um esdrúxulo nicho político internacional.

    COMUNIDADE INTERNACIONAL

    Mesmo com tantos questionamentos e apelos internacionais o Chanceler Ministro Celso Amorim e o Governo Brasileiro, até a data de hoje não se dispuseram explicar, informar, esclarecer, DEFINIR JUNTO AO GOVERNO INTERINO DE FACTO / GOLPISTA qual o STATUS DO PROSCRITO, se desterrado, exilado, asilado, expulso, retirante, deposto, expatriado, degredado do SENHOR MANUEL ZELAYA, no interior das instalações e dependências da Embaixada Brasileira.

    DIPLOMACIA INTERNACIONAL

    Os organismos internacionais, juridicamente falando, desconhecem e alegam não existir na hermenêutica consular a expressão “HOSPEDE”, bem como não ser reconhecida / aceita no âmbito da diplomacia internacional este conceito jurídico para definir situação e status político. A Convenção de Viena que versa sobre relações diplomáticas estabelece que as instalações e os automóveis diplomáticos são invioláveis.

    DESCORTÊS – DESABRIDO – DESELEGANTE

    Ao dar “asilo”, conceder abrigo/albergue, permitir hospedagem, transformando a Embaixada em estalagem “FRONT POLÍTICO” e “CABEÇA DE PORCO”, desalojando literalmente os “vassalos brasileiros”, sem até o momento esclarecer as COMUNIDADES INTERNACIONAIS, o Governo Brasileiro interferiu nos problemas, desacatou a SOBERANIA HONDURENHA, administração, conflitos políticos internos, sem COMUNICAR SUA DECISÃO AO GOVERNO DE FACTO OU GOLPISTA OU AO PRESIDENTE DO TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    NEUTRALIDADE POLÍTICA

    O Governo Brasileiro agiu com fugaz parcialidade, ao conceder e dar abrigo ao DÉSPOTA QUE PRETENDIA IGUALMENTE OUTROS GOVERNOS LATINOS AMERICANOS, ALTERAR CLÁUSULA PÉTREA, À REVELIA DOS INSTITUTOS, ORGANISMOS E POVO HONDURENHO.

    AGRESSÃO

    O Governo Brasileiro agrediu a soberania nacional hondurenha e continua em erro ao manter asilado / abrigado, recolhido em suas instalações sem DEFINIR / CLASSIFICAR / TIPIFICAR seu STATUS, frente ao Governo Interino de honduras e ao próprio TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    TERRITÓRIO SITIADO

    À dispeito de todas as manifestações de repúdio, repulsa e condenações ao cerco / sítio, à Embaixada Brasileira, local de uso diplomático, reconhecido universalmente como extensão territorial, o Governo Hondurenho, CORRETAMENTE, se mantém irredutível, inabalável, inflexível em sua decisão de não arredar pé e afastar-se de sua PROTEÇÃO, DEFESA CONSTITUCIONAL E SOBRANIA NACIONAL HONDURENHA.

    ELEIÇÕES EM 29 DE NOVEMBRO

    TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL

    Tal qual e da mesma forma que as eleições realizadas no Irã, que elegeram Ahmadinejad ou da mesma forma que Hugo Chaves realizou plebiscito / referendum para se eternizar no poder, e, não houve nenhuma manifestação / interferência internacional; as eleições em honduras, desde que sejam realizadas ordeiramente, pacificamente, com a manifestação espontânea da vontade, não exista comprovadamente abuso de poder, compra de voto ou manipulação na contagem dos votos, não pode haver ingerência externa sob pena de incorrer em INTROMISSÃO NA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E VIOLAÇÃO DE SOBERANIA .

    O povo é soberano no processo constitucional eleitoral quanto a sua manifestação na votação, eleição e posse de seus governantes.

    O Juiz do TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL, DAVID MATAMOROS, juntamente com o Presidente de facto Interino / golpista ROBERTO MICHELETTI, estão atuando com transparência. Com total maestria e imparcialidade. Estão administrando com total lisura, responsabilidade e democracia, conflitos e interesses opostos. Esta postura pode ser verificada ao atender pedidos formulados pelos TSE, Parlamento e de candidatos presidenciais, para que REVOGUE DECRETO que suspendeu garantias constitucionais e estabeleceu estado de sítio.

    Dentro destes princípios e ótica não é lícito nem prudente a postura do Governo Brasileiro com referencia aos atos administrativos e ações internas de Governo estrangeiro.

    DO PEDIDO

    Isto posto, considerando que o Governo Brasileiro, possui inúmeros, quase incontáveis problemas internos sem solução e que se agravam diuturnamente:

    * Considerando que no interior brasileiro existem milhares de famílias morrendo verdadeiramente de sede e fome;

    * Considerando que centenas de famílias no dia 12 de outubro em SÃO PAULO – (DIA DAS CRIANÇAS) tiveram suas CASAS DEVASTADAS PELO FOGO, TOTALMENTE DESTRUIDAS COM TODOS OS SEUS PERTENCES, não é justo, não é sensato que o GOVERNO BRASILEIRO, O ERÁRIO PÚBLICO BRASILEIRO, patrocine, pague, banque, desperdice toda essa fortuna com esse conflito e DESPOTA REVOLUCIONÁRIO e sua COMITIVA que se encontram na Embaixada Brasileira, em STATUS AINDA NÃO POLITICAMENTE TIPICADO, com agravante de graves conseqüências jurídicas e políticas internacionais.

    Atente-se para o fato de que o conflito tende a se agravar e o Governo Brasileiro ainda não atentou para o fato de estar dando azo a manifestação de ódio e atentado contra a vida e ou Administração Publica. Alem do agravante que devido a absoluta ausência de pronunciamento o Governo local pode se arvorar no direito de atentar contra a inviolabilidade da embaixada para prender o PRESIDENTE TIRANO.

    Caso venha ocorrer fato com esta gravidade, o que inevitavelmente sucederá, com certeza, toda responsabilidade será e deverá ser atribuída ao Governo Brasileiro que assumirá o ônus de haver negligenciado e desconsiderado as reiteradas observações das comunidades internacionais e Hondurenhas.

    Diante da gravidade dos fatos e das presumíveis conseqüências políticas que tendem a se arrefecer, requer a imediata INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO PUBLICO INVESTIGATIVO PARA QUE O GOVERNO BRASILEIRO, POR SEU MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, CHANCELER MINISTRO CELSO AMORIM, declare o total do custo financeiro da permanência do SENHOR MANUEL ZELAYA e sua COMITIVA NAS DEPENDENCIAS DA EMBAIXADA BRASILEIRA E QUEM EFETIVAMENTE ESTÁ PATROCINANDO / PAGANDO / CUSTEANDO ESSA FARRA / FANFARRA, EM DETRIMENTO DE MILHARES DE BRASILEIROS MISERÁVEIS SEDENTOS E FAMINTOS.

    Faça cessar imediatamente esse custo com manutenção para estadia, alimentação com essa irregular e indesejável hospedagem.

    Termos em que

    Aguarda deferimento

    Tangua, 12 de outubro de 2009.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    Manifestação No. : 25483 – Ouvidoria

    Entrada
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    Ouvidoria
    para mim

    mostrar detalhes 12:08 (20 horas atrás)

    Senhor ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA,

    Em atenção à manifestação apresentada, informamos que o assunto em questão foi encaminhado à unidade responsável com a finalidade de auxiliar os trabalhos do TCU.

    Esclarecemos que a comunicação de irregularidades apresentada por meio da Ouvidoria poderá resultar ou não em atuação específica do TCU. As ações do Tribunal são planejadas anualmente, de modo que a realização de novos trabalhos dependerá de uma avaliação que levará em conta, entre outros fatores, o montante dos recursos envolvidos, a riqueza das informações prestadas, e o momento mais oportuno para realização.

    Ressaltamos que sua participação é muito importante, pois, ainda que o TCU não atue de imediato, sua manifestação ficará registrada em nossa base de informações e poderá auxiliar o planejamento de futuras fiscalizações.

    Caso a unidade adote providências relacionadas à apuração dos fatos relatados, Vossa Senhoria será informado a respeito pela Ouvidoria.

    Atenciosamente,

    Ouvidoria do TCU
    3. PRUEBAS O DOCUMENTOS QUE SUSTENTE LOS HECHOS DENUNCIADOS
    Si no dispone de ellos, señale el lugar donde se encuentran o puedan obtenerse.

    jornais – televisivos – imprensa

    EMBAIXADA BRASILEIRA EM HONDURAS – E AGORA ZELAYA, QUEM PAGA A CONTA ?

    Excelentíssimo Senhor Procurador Geral da Procuradoria Geral da República no Estado do Rio de Janeiro

    MINISTERIO PÚBLICO FEDERAL

    Excelentíssimo Senhor Ministro do Tribunal de Contas da União -TCU

    BRASILIA – DF

    Excelentíssimo Senhor Presidente da Controladoria Geral da União – CGU

    BRASILIA – DF

    Sr.(a) ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    O Senado Federal agradece a colaboração.
    Sua participação é muito importante para nós.
    O número de Protocolo da sua mensagem é:

    PROTOCOLO JUNTO AO

    SENADO FEDERAL 0084905/09/WW

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA, cidadão brasileiro, em pleno exercício, uso e gozo de suas prerrogativas e direitos políticos, portador do título de eleitor 0000343100329 – Zona 0151 – Seção 0200 – CPF 313-300-707-63, com domicilio na Av. Luiza Fontinelle, 300 – Entrada da Embratel – Município de Tangua – RJ – Cep 24-890-000 – Tel. 021 3087-8742 – 9101.1464 – em conformidade com o disposto no artigo 5º – LXXIV, § 2º, 4º, LXXVIII, da Constituição Federal, vem mui respeitosamente propor, como de fato propõe a presente:

    REPRESENTAÇÃO DENUNCIA

    Desde o dia 28 de junho de 2009, quando retornou “clandestinamente / sorrateiramente” ao seu PAÍS HONDURAS, o Presidente deposto MANUEL ZELAYA se encontra “REFUGIADO” na “TRINCHEIRA”- EX-EMBAIXADA BRASILEIRA.

    Conforme entrevista concedida a jornalistas internacionais, somente depois de haver INGRESSADO / INVADIDO as instalações do “TERRITÓRIO BRASILEIRO” com seus 300 assessores kamikazes espartanos, foi que solicitou permissão para permanecer no local, (Transformado hoje para hospedaria, pensão, albergue, cabeça de porco), antes Representação Diplomática.

    O PROSCRITO

    O proscrito e sua comitiva kamikaze espartana, constituída de familiares, jornalistas e correligionários do DEGREDADO se imiscuíram no território Nacional Brasileiro, a exemplo do que faziam Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte com as nações inimigas dominadas: Destruindo, saqueando,estuprando, desalojando e matando inocentes.

    A MÍDIA

    Diversas mídias internacionais mostraram como estava sendo a estadia, convivência e divisão das dependências internas do imóvel, bens móveis e demais utensílios pessoais dos funcionarios da Embaixada Brasileira.

    PALANQUE, TRINCHEIRA OU BANKUER ELEITORAL

    Inexplicavelmente, antes mesmo de definir sua PRESENÇA, TEMPO DE PERMANÊNCIA, CONDIÇÃO DE ESTADA, e COGNOME ATRIBIDO, se:

    Presidente ou Ex-Presidente;

    Proscrito, exilado,

    Refugiado ou cassado,

    Terrorista ou insurgente,

    Repatriado ou expatriado,

    Subordinado ou insubordinado,

    Guerrilheiro ou Aliado – asilado político;

    Ocupando e utilizando-se de todas as acomodações (salas – escritórios – suítes – banheiros – cozinhas – móveis – pessoais) e todo o quintal, varanda e partes externas da casa, tudo foi mostrado, veiculado pelo telejornalismo internacional; transformou e adaptou o local a um estúdio teletransmissor de sua plataforma revolucionaria de pretensões políticas e base de conclamação e INCITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE REVOLTA E VIOLENCIA SANGUINOLENTA.

    O PRESIDENTE DEPOSTO / REPATRIADO, protegido pelo escudo político protetor estrangeiro, fomenta violência, guerrilha e sangria patriótica sob o slogam “PATRIA, RESTITUIÇÃO OU MORTE”

    MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

    Ignorando toda nomenclatura contida nos tratados internacionais que regem as relações diplomáticas o Governo Brasileiro transgride, desconhece, se mostra apático, declara, desacata o GOVERNO DE FACTO e se mostra discricionário, contraditório para com os mesmos e semelhantes fatos ocorrido em regiões vizinhas limítrofes que tinham os mesmos objetivos e fins políticos.

    DIREITO INTERNACIONAL

    O Direito Internacional apregoa universalmente a não interferência de um país sobre outro no que tange a sua soberania, administração e assuntos internos.

    Movido pela vaidade e ânsia de liderar o continente sul americano, intervém e se apresenta como anfitrião, mediador, conciliador, juiz de paz, sem ter sido consultado, convidado, convocado ou solicitado. Esquecendo da máxima popular que em briga de marido e mulher não deve meter a colher. Mesmo sendo consultado e nomeado interlocutor. Atitude que de fato não ocorreu.

    IMBRÓGLIO DIPLOMÁTICO INTERNACIONAL

    Custeado pelo povo / Estado Brasileiro; Tal como um placebo o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criou e mantém um laboratório experimental de divergências políticas privativas, eivado de cepas explosivas sob a batuta de “persona non grata”, estimulando um esdrúxulo nicho político internacional.

    COMUNIDADE INTERNACIONAL

    Mesmo com tantos questionamentos e apelos internacionais o Chanceler Ministro Celso Amorim e o Governo Brasileiro, até a data de hoje não se dispuseram explicar, informar, esclarecer, DEFINIR JUNTO AO GOVERNO INTERINO DE FACTO / GOLPISTA qual o STATUS DO PROSCRITO, se desterrado, exilado, asilado, expulso, retirante, deposto, expatriado, degredado do SENHOR MANUEL ZELAYA, no interior das instalações e dependências da Embaixada Brasileira.

    DIPLOMACIA INTERNACIONAL

    Os organismos internacionais, juridicamente falando, desconhecem e alegam não existir na hermenêutica consular a expressão “HOSPEDE”, bem como não ser reconhecida / aceita no âmbito da diplomacia internacional este conceito jurídico para definir situação e status político. A Convenção de Viena que versa sobre relações diplomáticas estabelece que as instalações e os automóveis diplomáticos são invioláveis.

    DESCORTÊS – DESABRIDO – DESELEGANTE

    Ao dar “asilo”, conceder abrigo/albergue, permitir hospedagem, transformando a Embaixada em estalagem “FRONT POLÍTICO” e “CABEÇA DE PORCO”, desalojando literalmente os “vassalos brasileiros”, sem até o momento esclarecer as COMUNIDADES INTERNACIONAIS, o Governo Brasileiro interferiu nos problemas, desacatou a SOBERANIA HONDURENHA, administração, conflitos políticos internos, sem COMUNICAR SUA DECISÃO AO GOVERNO DE FACTO OU GOLPISTA OU AO PRESIDENTE DO TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    NEUTRALIDADE POLÍTICA

    O Governo Brasileiro agiu com fugaz parcialidade, ao conceder e dar abrigo ao DÉSPOTA QUE PRETENDIA IGUALMENTE OUTROS GOVERNOS LATINOS AMERICANOS, ALTERAR CLÁUSULA PÉTREA, À REVELIA DOS INSTITUTOS, ORGANISMOS E POVO HONDURENHO.

    AGRESSÃO

    O Governo Brasileiro agrediu a soberania nacional hondurenha e continua em erro ao manter asilado / abrigado, recolhido em suas instalações sem DEFINIR / CLASSIFICAR / TIPIFICAR seu STATUS, frente ao Governo Interino de honduras e ao próprio TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    TERRITÓRIO SITIADO

    À dispeito de todas as manifestações de repúdio, repulsa e condenações ao cerco / sítio, à Embaixada Brasileira, local de uso diplomático, reconhecido universalmente como extensão territorial, o Governo Hondurenho, CORRETAMENTE, se mantém irredutível, inabalável, inflexível em sua decisão de não arredar pé e afastar-se de sua PROTEÇÃO, DEFESA CONSTITUCIONAL E SOBRANIA NACIONAL HONDURENHA.

    ELEIÇÕES EM 29 DE NOVEMBRO

    TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL

    Tal qual e da mesma forma que as eleições realizadas no Irã, que elegeram Ahmadinejad ou da mesma forma que Hugo Chaves realizou plebiscito / referendum para se eternizar no poder, e, não houve nenhuma manifestação / interferência internacional; as eleições em honduras, desde que sejam realizadas ordeiramente, pacificamente, com a manifestação espontânea da vontade, não exista comprovadamente abuso de poder, compra de voto ou manipulação na contagem dos votos, não pode haver ingerência externa sob pena de incorrer em INTROMISSÃO NA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E VIOLAÇÃO DE SOBERANIA .

    O povo é soberano no processo constitucional eleitoral quanto a sua manifestação na votação, eleição e posse de seus governantes.

    O Juiz do TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL, DAVID MATAMOROS, juntamente com o Presidente de facto Interino / golpista ROBERTO MICHELETTI, estão atuando com transparência. Com total maestria e imparcialidade. Estão administrando com total lisura, responsabilidade e democracia, conflitos e interesses opostos. Esta postura pode ser verificada ao atender pedidos formulados pelos TSE, Parlamento e de candidatos presidenciais, para que REVOGUE DECRETO que suspendeu garantias constitucionais e estabeleceu estado de sítio.

    Dentro destes princípios e ótica não é lícito nem prudente a postura do Governo Brasileiro com referencia aos atos administrativos e ações internas de Governo estrangeiro.

    DO PEDIDO

    Isto posto, considerando que o Governo Brasileiro, possui inúmeros, quase incontáveis problemas internos sem solução e que se agravam diuturnamente:

    * Considerando que no interior brasileiro existem milhares de famílias morrendo verdadeiramente de sede e fome;

    * Considerando que centenas de famílias no dia 12 de outubro em SÃO PAULO – (DIA DAS CRIANÇAS) tiveram suas CASAS DEVASTADAS PELO FOGO, TOTALMENTE DESTRUIDAS COM TODOS OS SEUS PERTENCES, não é justo, não é sensato que o GOVERNO BRASILEIRO, O ERÁRIO PÚBLICO BRASILEIRO, patrocine, pague, banque, desperdice toda essa fortuna com esse conflito e DESPOTA REVOLUCIONÁRIO e sua COMITIVA que se encontram na Embaixada Brasileira, em STATUS AINDA NÃO POLITICAMENTE TIPICADO, com agravante de graves conseqüências jurídicas e políticas internacionais.

    Atente-se para o fato de que o conflito tende a se agravar e o Governo Brasileiro ainda não atentou para o fato de estar dando azo a manifestação de ódio e atentado contra a vida e ou Administração Publica. Alem do agravante que devido a absoluta ausência de pronunciamento o Governo local pode se arvorar no direito de atentar contra a inviolabilidade da embaixada para prender o PRESIDENTE TIRANO.

    Caso venha ocorrer fato com esta gravidade, o que inevitavelmente sucederá, com certeza, toda responsabilidade será e deverá ser atribuída ao Governo Brasileiro que assumirá o ônus de haver negligenciado e desconsiderado as reiteradas observações das comunidades internacionais e Hondurenhas.

    Diante da gravidade dos fatos e das presumíveis conseqüências políticas que tendem a se arrefecer, requer a imediata INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO PUBLICO INVESTIGATIVO PARA QUE O GOVERNO BRASILEIRO, POR SEU MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, CHANCELER MINISTRO CELSO AMORIM, declare o total do custo financeiro da permanência do SENHOR MANUEL ZELAYA e sua COMITIVA NAS DEPENDENCIAS DA EMBAIXADA BRASILEIRA E QUEM EFETIVAMENTE ESTÁ PATROCINANDO / PAGANDO / CUSTEANDO ESSA FARRA / FANFARRA, EM DETRIMENTO DE MILHARES DE BRASILEIROS MISERÁVEIS SEDENTOS E FAMINTOS.

    Faça cessar imediatamente esse custo com manutenção para estadia, alimentação com essa irregular e indesejável hospedagem.

    Termos em que

    Aguarda deferimento

    Tangua, 12 de outubro de 2009.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    Manifestação No. : 25483 – Ouvidoria

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    Ouvidoria
    para mim

    mostrar detalhes 12:08 (20 horas atrás)

    Senhor ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA,

    Em atenção à manifestação apresentada, informamos que o assunto em questão foi encaminhado à unidade responsável com a finalidade de auxiliar os trabalhos do TCU.

    Esclarecemos que a comunicação de irregularidades apresentada por meio da Ouvidoria poderá resultar ou não em atuação específica do TCU. As ações do Tribunal são planejadas anualmente, de modo que a realização de novos trabalhos dependerá de uma avaliação que levará em conta, entre outros fatores, o montante dos recursos envolvidos, a riqueza das informações prestadas, e o momento mais oportuno para realização.

    Ressaltamos que sua participação é muito importante, pois, ainda que o TCU não atue de imediato, sua manifestação ficará registrada em nossa base de informações e poderá auxiliar o planejamento de futuras fiscalizações.

    Caso a unidade adote providências relacionadas à apuração dos fatos relatados, Vossa Senhoria será informado a respeito pela Ouvidoria.

    Atenciosamente,

    Ouvidoria do TCU
    4. DATOS DEL DENUNCIANTE DCSD-EP-002
    Nombre: ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA
    Identidicacion: 63632
    Departamento, Municipio Atlántida, ARIZONA
    Dirección domiciliaria: AV LUIZA FONTINELLE 300 – RIO DE JANEIRO – BRASIL
    Teléfono: 30878742
    Lugar de trabajo: CEUCERTO DELEGACIA DO CONSUMIDOR
    Dirección: PRESIDENTE
    Teléfono: 30878742
    Correo electrónico antoniogilsondeo@gmail.com
    Confirmar correo electrónico: antoniogilsondeo@gmail.com
    Denuncia anónima

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    Brasileiros relatam discriminação em Honduras, diz deputado

    06/10 – 18:06 – Sarah Barros, repórter em Brasília

    BRASÍLIA – O coordenador da comissão externa de deputados federais que esteve em Honduras na última quinta-feira, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), relatou nesta terça-feira que recebeu relatos de brasileiros que estariam sendo discriminados depois da atuação do Brasil em favor do presidente deposto, Manuel Zelaya. “Hoje recebemos telefonemas dizendo que alguns filhos de brasileiros estariam sofrendo algum tipo de discriminação nas escolas”, afirmou Jungmann.

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    Guerra à vista

    22/09 – 15:49 – Régis Bonvicino, especial para o Último Segundo

    Manuel Zelaya infringiu o artigo 239 da Constituição hondurenha, ao propor um plebiscito que a alteraria, para que fosse possível a reeleição de um Presidente, no caso, a sua. Leia-se: “O cidadão que exerceu a titularidade do Poder Executivo não poderá ser Presidente ou Designado. Aquele que ofender esta disposição ou propuser sua reforma, bem como aqueles que a apoiem direta ou indiretamente, terão cessado de imediato o exercício de seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de toda função pública”. Trata-se de cláusula pétrea, segundo interpretação de parte do mundo político de Honduras.

    * Leia todos os textos de Régis Bonvicino

    Tal fato levou Roberto Micheletti a agir de acordo com o que entendia como lei. O plebiscito foi intentado por Zelaya através do Decreto Executivo PCM-005-2009, declarado inconstitucional pelo Tribunal de Letras do Contencioso Administrativo, em 27 de maio deste ano.

    O presidente eleito desobedeceu o Tribunal e seguiu adiante, fazendo publicidade da “4ª urna”, para a referida consulta popular. Apresentou então o PCM-019-2009, trocando a palavra “consulta” por “pesquisa popular”. As Forças Armadas, em Honduras, segundo sua Constituição, artigo 272, têm o papel de defender “a alternância no exercício da Presidência da República”.

    O exército resistiu a este novo decreto e Zelaya demitiu sua cúpula. Entretanto, a Corte Suprema de Justiça reintegrou o general Orlando Vasquez Velásques em seu cargo.

    No dia 25 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral declarou a ilegalidade do plebiscito e o Procurador Geral da República peticionou, ante a Corte Suprema, solicitando ordem de captura contra o Presidente, sob as acusações de conspirar contra a forma de governo, de abusar de sua autoridade etc.

    No dia 27, a Corte Suprema expediu mandado de captura contra Zelaya. O Congresso referendou a decisão da Corte Suprema e empossou Roberto Micheletti como novo Presidente constitucional de Honduras.

    Território brasileiro

    No entanto, esta visão não foi compartilhada pela comunidade internacional, desde a OEA até a União Europeia, que viram na ação um golpe de Estado. Manuel Zelaya está na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, depois de peregrinar pelas Américas e pela Europa em busca de apoio político para retornar ao seu antigo cargo. Por um lado, tal episódio, inédito, reafirma o apreço brasileiro pela democracia, afastando de uma vez a imagem de país bananeiro, agora diferenciado por sua força econômica e vocação democrática.

    Por outro lado, tal episódio causa constrangimento enorme ao governo de fato de Honduras, que reage, deixando a Embaixada brasileira sem luz, água e telefone e atacando os manifestantes pró-Zelaya, que se encontram ao seu redor. Micheletti manteve a eleição presidencial para novembro e o país está em campanha, dividido, e, agora, assediado pelo presidente de direito, numa trama sem precedentes.

    Criou-se então um conflito entre os dois países, pois a embaixada do Brasil em Tegucigalpa é território brasileiro. Na verdade, ao receber Zelaya, a embaixada o recebeu em território nacional, a seu pedido, para evitar punição ou perseguição no seu país de origem. O inusitado é que ele recebeu asilo político em território brasileiro situado na capital de seu país. É um direito do Brasil e qualquer ato de hostilidade por parte do governo de fato de Honduras legitima atos hostis por parte de Brasília. O asilo político está previsto no artigo 4º, X, da Constituição brasileira.

    Para se ter uma ideia da ousadia do governo Luiz Inácio Lula da Silva, deve-se lembrar que os Estados Unidos não reconhecem nem subscrevem a doutrina do asilo político como parte do Direito Internacional Público. O asilo tem caráter humanitário, que, nesse caso, ultrapassou seus objetivos, constituindo-se numa articulação política.

    É preciso lembrar que toda comunidade internacional condena Roberto Micheletti. Como foi acolhido na condição de asilado, porque não há outra para tal hipótese, Zelaya está sob a égide da lei brasileira. Ele passa a ser um brasileiro assemelhado. Só o Supremo Tribunal Federal pode decidir a respeito de sua extradição. O Brasil não o considera um infrator. O Presidente de direito de Honduras tem liberdade de locomoção no território brasileiro e é garantido por todos os direitos estampados no artigo 5º, da Lei Maior brasileira.

    Roberto Micheletti, ao dar um golpe de Estado, praticou um ato ilícito, do ponto de vista da comunidade internacional. Ele fere o princípio geral de proteção à vida humana e à democracia. A questão é que o Direito Internacional Público é dotado de poucas sanções e quase todas elas ineficazes.

    Trata-se de um instigante conflito entre direito interno e direito internacional, que, tenho a impressão, vai pautar a política e o direito nas próximas décadas. Além disso, pode provocar um guerra entre os dois países, se os organismos internacionais não construírem uma saída pacífica.

    Ps: O artigo 4º da CF prevê a concessão de asilo político, que pode ser de duas espécies: o diplomático, concedido aos estrangeiros perseguidos em seu próprio país por motivos políticos e outros (crença etc); em conseqüência o ato de concessão é praticado pela missão diplomática do país asilante e o territorial, quando admite a presença do estrangeiro no território brasileiro.

    Asilo diplomático e territorial são subespécies do político. A Manuel Zelaya foi concedido asilo político em sentido amplo pelo Brasil. O asilo diplomático não assegura ao asilado o direito de asilo territorial. No caso de Zelaya, o Brasil concedeu asilo político da espécie diplomático e, negar-lhe o territorial, seria equivalente à condená-lo à morte. O Poder Judiciário de Honduras não tem imparcialidade e isenção para julgá-lo. Roberto Michelleti representa situação revolucionária, que não lhe oferece as garantias do devido processo legal.

    Zelaya é acusado de crime de lesa pátria. Normalmente, os asilados diplomáticos são aqueles que solicitam asilo territorial junto ao ministério da justiça brasileiro. Se Zelaya pisar na calçada da Embaixada brasileira em Tegucigalpa, será preso, julgado e condenado por um governo ignorado pela comunidade internacional.

    O Direito Internacional Público da América Latina não se aplica a um governo considerado ilícito, de fato, como o Micheletti, mas sim ao seu presidente de direito Manuel Zelaya. O fato de o Brasil reconhecê-lo como presidente de direito não desautoriza ou é incompatível com o asilo político – ao contrário.

    Leia mais sobre Honduras

    ULTIMO SEGUNDO
    Mundo

    » 16.10.2009

    Brasileiros relatam discriminação em Honduras, diz deputado

    06/10 – 18:06 – Sarah Barros, repórter em Brasília

    BRASÍLIA – O coordenador da comissão externa de deputados federais que esteve em Honduras na última quinta-feira, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), relatou nesta terça-feira que recebeu relatos de brasileiros que estariam sendo discriminados depois da atuação do Brasil em favor do presidente deposto, Manuel Zelaya. “Hoje recebemos telefonemas dizendo que alguns filhos de brasileiros estariam sofrendo algum tipo de discriminação nas escolas”, afirmou Jungmann.

    * Zelaya desconfia de diálogo com Micheletti
    * Lula insiste em saída de Micheletti e retorno de Zelaya ao poder
    * Micheletti revoga estado de sítio em Honduras
    * Depoimento: o cotidiano de Zelaya na embaixada brasileira

    Segundo o deputado, apesar do forte apoio internacional dado a Zelaya, a população hondurenha demonstra preferência pelo parlamento do país e pelo presidente interino, Roberto Micheletti. “Está passando em todas as televisões um filme que termina com a frase: Brasil e Venezuela violentaram a soberania de Honduras”, disse ele.

    Zelaya foi expulso do país em junho depois de um golpe militar. A resistência ocorreu devido ao projeto de Zelaya de questionar a população sobre medidas que prolongariam sua permanência no poder. Há duas semanas, o presidente deposto se refugiou na embaixada brasileira, de onde tenta diálogo com o governo interino.

    Jungmann afirmou que nesta tarde apresentará ao Itamaraty um relatório e proporá que o Brasil se desculpe por ter permitido que Zelaya utilizasse a embaixada para incitar pró-zelayas a resistir ao governo imposto. “O Brasil deve desculpas a Honduras, ao povo hondurenho, não por ter sido contra o golpe, não por ter dado abrigo, mas por permitir que Zelaya utilizasse a embaixada para fazer palanque político, isto levou a uma situação de extremo desgaste para o Brasil”, afirmou.

    Segundo o deputado, este uso da embaixada poderia ter provocado o conflito armado e consequente derramamento de sangue. “Dissemos a Zelaya que o Brasil será responsabilizado se houver derramamento de sangue. Isso causa desconforto”, disse. Os deputados não propuseram que o líder deposto deixasse a embaixada, mas pediram que ele não incitasse a rebelião. “Zelaya disse que fazia incitamentos pacíficos, mas, em reunião com diplomatas do Brasil, eles disseram que nos cinco primeiros dias não tiveram controle e que as falas de Zelaya foram muito incendiárias”, completou.

    O deputado avaliou ainda que a atuação da comissão de parlamentares brasileiros ajudou na aceleração das discussões sobre uma solução para o conflito político. Jungmann disse ainda que, nas reuniões com Zelaya, Micheletti, a corte e o parlamento hondurenhos, foi reforçado o posicionamento contra o golpe militar e a favor do apoio humanitário ao acolher Zelaya.

    A pressão internacional aumenta sobre o governo de fato de Honduras. Micheletti admitiu na segunda-feira pela primeira vez a possibilidade de restituição do presidente Zelaya e restabeleceu as liberdades civis, que haviam sido revogadas com a volta do presidente deposto ao país.

    Leia também:

    * Caio Blinder: Para Lula, Obama agora é o cara na crise hondurenha
    * Alberto Dines: Honduras vai entrar para a nossa história
    * Régis Bonvicino: governo Lula foi ousado ao abrigar Zelaya
    * Entenda a crise em Honduras e possíveis cenários para o futuro
    * Abrigo a Zelaya é situação sem precedentes, diz jurista

    Leia mais sobre: Honduras

    Zelaya amplia em 12 horas prazo para acordo

    16/10 – 06:13 , atualizada às 06:45 16/10 – AFP

    15/10/2009 16:13:57

    Amorim: Zelaya pode ficar na Embaixada do Brasil por tempo indeterminado

    Por Redação, com ABr – de Brasília

    O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reiterou nesta quinta-feira que não há prazo para o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, deixar a embaixada brasileira em Tegucigalpa, e defendeu uma saída pela via do diálogo para a crise hondurenha.

    – Nós não demos prazo para ele (Zelaya deixar a embaixada brasileira) – disse o ministro a jornalistas durante a 2a Conferência das Comunidades Brasileiras no Exterior.

    Zelaya está na embaixada brasileira em Honduras desde que retornou clandestinamente ao país no mês passado. O ministro se declarou confiante num acordo entre o presidente de facto, Roberto Micheletti, e Zelaya para pôr fim à crise deflagrada pelo golpe em 28 de junho, apesar dos desacordos nas negociações entre representantes dos dois lados.

    – Acho que houve um avanço importante, só de ter diálogo já é importante. A informação que temos é que houve acordo num bom número de pontos. Confiamos que essa aprovação venha, porque Honduras precisa de paz – afirmou.

    Um acordo para pôr fim à crise no país continuava indefinido nesta quinta-feira, já que os negociadores ainda discutem o impasse sobre a eventual volta de Zelaya à presidência. Na véspera, os negociadores do governo golpista e do presidente deposto chegaram a um acordo preliminar para superar a crise decorrente do golpe de Estado, mas não concordaram em um ponto-chave: a volta do presidente ao poder.

    Amorim lembrou a classificação da seleção hondurenha de futebol para a Copa do Mundo do ano que vem, na África do Sul, e acrescentou esperar que a conquista “inspire” os dois lados do conflito a chegar a um acordo.

    – Hoje há um diálogo que não existia, mas a solução virá dos hondurenhos com a ajuda da comunidade internacional. Vamos torcer para que a vitória deles no futebol inspire sentimentos pacifistas e permita uma rápida conclusão dessa negociação – disse.


    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

  22. CRISE EM HONDURAS
    EUA e Brasil atenuam divergências

    Com posições divergentes sobre a crise em Honduras, Brasil e Estados Unidos conseguiram ontem, ao menos, concordar em um ponto: o presidente interino do país centro-americano, Roberto Micheletti, alçado ao poder pelo golpe de 28 de junho, precisa deixar o cargo o mais rápido possível, antes da posse do novo chefe de Estado, o recém-eleito Porfirio Lobo.

    Aquestão foi discutida ontem, em Brasília, pelo secretário de Estado adjunto dos EUA para a região, Arturo Valenzuela, que se reuniu com o assessor de Assuntos Internacionais da Presidência brasileira, Marco Aurélio Garcia, em Brasília. Ao contrário do Brasil, os americanos reconheceram a legitimidade do pleito que elegeu Lobo.

    – Concordamos que o presidente Micheletti deve partir, esse é um passo importante – declarou Garcia.

    Para os EUA, a eleição foi um “passo necessário para a solução” da crise política no país, mas não é suficiente para a restauração da democracia em Honduras. O diplomata americano também disse esperar que o presidente deposto Manuel Zelaya deixe a embaixada do Brasil em Tegucigalpa “antes de 27 de janeiro” – quando Lobo tomará posse.

    Em sua primeira viagem pela América Latina como o responsável pela região no governo Barack Obama, Valenzuela visitará também Argentina, Uruguai e Paraguai.

    Internacional
    Outras Regi�es

    sexta-feira, 4 de dezembro de 2009, 06:54 | Online
    LONDRES –
    A crise em Honduras enterrou as tentativas do governo de
    Barack Obama de tentar restabelecer boas relações com os vizinhos
    latino-americanos, diz a edição desta sexta-feira, 4, da revista
    britânica The Economist. Em um editorial intitulado “Honduras desafia
    o mundo”, a revista diz que “ninguém saiu bem” da crise política no
    país.

    “Ninguém poderia prever que a pequena Honduras seria o cemitério tanto
    da diplomacia da América Latina como da tentativa de Barack Obama de
    um início amigável com os vizinhos. Ainda assim, foi o que ocorreu”,
    diz a revista.

    A revista conta que a recente eleição de um sucessor para o presidente
    derrubado Manuel Zelaya dividiu os países da região. “Os Estados
    Unidos e meia dúzia de países latino-americanos querem reconhecer o
    resultado e restaurar relações com Honduras”, diz a Economist. “Mas o
    resto da região, liderado pelo Brasil, diz que isso legitimaria um
    golpe de Estado”.

    “Talvez seja assim”, afirma a revista. “Mas, ao impedir uma saída para
    o impasse, rejeitar (o presidente eleito Porfírio) Lobo seria punir
    ainda mais o cidadão comum hondurenho”.

    A revista afirma que o governo de Obama poderia ter ajudado a
    solucionar a crise caso tivesse agido com mais rigidez desde o começo
    das disputas. Mas ele foi retardado pela oposição republicana no
    Congresso, que bloqueou a nomeação de diplomatas sêniores para a
    América Latina”. “Depois”, diz o editorial “Obama reverteu seu curso,
    abandonando a causa de Zelaya”.

    Segundo a Economist, o Brasil também “agiu mal”, ao permitir que a
    embaixada brasileira se tornasse “o quartel general da campanha de
    Zelaya” e ao fracassar em alcançar a restituição do líder deposto.

    Além das críticas aos Estados Unidos e ao Brasil, a Economist afirmou
    ainda que a postura do líder deposto, Manuel Zelaya, foi “arbitrária”,
    já que ele teria desobedecido a ordens judiciais.

    Apesar disso, a revista também questiona a credibilidade das eleições
    presidenciais no país, que elegeram Porfírio “Pepe” Lobo, afirmando
    que o pleito foi “longe de perfeito”. De acordo com o artigo, as
    restrições às liberdades pelo governo interino teriam prejudicado a
    legitimidade da votação.

    BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de
    reprodução sem autorização por escrito da BBC.

    Excelentíssimo Senhor Presidente Procurador do Conselho Nacional do Ministério Publico Federal – Brasília – DF.

    Excelentíssimo Senhor Procurador Coordenador da 5ª. Câmara de Coordenação e Revisão – Brasília – DF.

    Excelentíssimo Senhor Ministro do Conselho Nacional de Justiça

    Brasília – DF

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Tribunal da Corte Internacional de Haia – Holanda

    Oficio nº. 390/2009/PG/PRDF

    Referente Processo nº. 1.1..000.003794/2009-94.

    Promoção de arquivamento: 084/2009/PG/PRDF/MPF.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA, cidadão brasileiro, em pleno exercício, uso e gozo de suas prerrogativas e direitos políticos, portador do título de eleitor 0000343100329 – Zona 0151 – Seção 0200 – CPF 313-300-707-63, com domicilio na Avenida Luiza Fontinelle, 300 – Entrada da Embratel – Município de Tangua – RJ – Cep 24-890-000 – Tel. (21) 3087-8742 – 9101.1464 – em conformidade com o disposto na RESOLUÇÃO nº. 23, de 2007, do CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, Art. 10, § 1º. 2º e 3º, no artigo 5º – Tribunal Penal Internacional, LXXIII, LXXIV, § 2º, 4º, da Constituição Federal, vem mui respeitosamente interpor:

    RECURSO DE APELAÇÃO

    E

    REVISÃO DE DECISÃO DE ARQUIVAMENTO:

    Pelas seguintes razões:

    Preliminarmente, inegavelmente, houve de forma incontestável uma ingerência do Governo Brasileiro, sobre os atos, administração de exclusiva competência e foro do Governo Hondurenho.

    Essa intromissão acarretou um enorme dano de DIFICIL CLASSIFICAÇÃO, DESCRIÇÃO, INTERPRETAÇÃO e somente contribuiu para agravar o conflito e transformar em um INUSITADO IMBRÓGLIO INTERNACIONAL, sem precedente na historia política mundial.

    Contrariando toda jurisprudência internacional, tratados, o mais sublime e elementar costume da NÃO INGERÊNCIA e INTRFERÊNCIA NA SOBERANIA DE OUTRO PAÍS, CONVENÇÃO DE VIENA, o Governo Brasileiro, até o presente momento, apesar de não mais possuir RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS COM O GOVERNO HONDURENHO, insiste, persiste em manter de forma absolutamente intolerável, não só para o povo hondurenho, mas também para com o CIDADÃO BRASILEIRO, que é na verdade, de fato, quem está patrocinando esta “MENAGE A TROIS” do Ministro Celso Amorim, Manuel Zelaya e Comitiva ocupante da Embaixada Brasileira.

    O Governo interino de facto, em nome e em cumprimento da Magna Carta, agiu cautelarmente em defesa e manutenção do Instituto Constitucional.

    O Presidente de facto Roberto Micheletti, tem demonstrado com sobriedade seu interesse no restabelecimento da ordem democrática, com a manutenção e realização das eleições para o dia 29 de novembro.

    Em qualquer parte do mundo o povo é soberano.

    É o eleitor quem irá decidir o futuro governo hondurenho.

    A presença e permanência do Senhor Manuel Zelaya, no interior da Embaixada Brasileira, concitando, conclamando, incitando diuturnamente o POVO à marchar sanguinolentamente pelas ruas, isto não é uma atitude conciliatória e muito menos, da estirpe e prática do POVO BRASILEIRO.

    Esta postura política, com certeza, não é abalizada nem externa o sentimento esportivo, alegre, hospitaleiro, do “deixa pra lá”, democrático, do povo brasileiro.

    DOS DANOS MATERIAIS E FINANCEIROS

    O Governo Brasileiro, neste exato momento possui algumas centenas de milhares de desabrigados pelas chuvas, outros por causa de incêndios, outros, em verdadeiro paradoxo, morrendo verdadeiramente de sede pela absoluta falta de água, em diversas regiões do nordeste do país.

    Enquanto se constata o TOTAL DESGOVERNO e ABSOLUTA FALTA DE ADMINISTRAÇÃO no território nacional, com o PAC DA SEGURANÇA SUCUMBINDO; A CRIMINALIDADE DISPARANDO A ERMO; AS VERBAS DAS OBRAS DO PAC SENDO DESVIADAS; A ROUBALHEIRA TOMANDO CONTA DO CONGRESSO; A PROMISCUIDADE CRESCENDO E ESPALHANDO SEUS TENTÁCULOS PELAS CONSTRUTORAS, EMPREITERIAS; AS OBRAS DOS JOGOS DE 2014 E 2016 SENDO EMBARGADAS PELO TCU, POR INCONTÁVEIS IRREGULARIDADES; o Presidente LUIZ INACIO LULA DA SILVA, tenta administrar e resolver sem nenhum mandato o problema dos outros, que nada tem haver com sua administração.

    CUIDAR, TRATAR DAS DORES DOS OUTROS É FACIL.

    DIFICIL É ADMINISTRAR SEUS PRÓPRIOS PROBLEMAS.

    BATALHA CAMPAL

    Desde os primeiros momentos que o Senhor Manuel Zelaya, invadiu a Embaixada Brasileira, que venho advertindo do risco iminente das graves conseqüências que advirão.

    O Senhor Manuel Zelaya, não irá permanecer inerte, sentado no sofá, com os pés em cima da mesa, olhando de soslaio pela janela entreaberta, o desenrolar e definição das eleições.

    Alguma coisa está sendo orquestrada de dentro das instalações da Embaixada Brasileira. Observem como as organizações criminosas brasileiras atuam de dentro para fora dos presídios de segurança máxima.

    O Senhor Zelaya não está privado totalmente de sua liberdade. Não é exatamente o preso incomunicável. Podemos até dizer que se encontra em um “SPA”, isento de todo e qualquer ônus, com todas as mordomias, e aparato de segurança por dentro e traz dos muros. Telefones, celular e rede de internet confiável sem risco de grampo, interceptação. Com certeza está articulando algo. Este prejuízo não vai “deixar barato” Essa fatura vai sair muito cara.

    CONTRIBUIÇÃO INFERNAL

    O Ministério das Relações Exteriores, o Governo Brasileiro, à dispeito de todos os argumentos já enumerados anteriormente e da própria legislação internacional, não pode permanecer com uma “PERSONA NON GRATA”, EM SEU TERRITÓRIO, QUE ELE MESMO DIZ NÃO RECONHECER.

    Existe o agravante incomum que até o presente não definiu sua permanência no interior da Embaixada Brasileira. Uma vez que não existe nem se reconhece ou admite na nomenclatura política a expressão jurídica de “hospede”.

    Atente-se para o fato e gravidade de que existe ainda a possibilidade do grupo, PARTIDÁRIOS DE ZELAYA não serem bem sucedidos nas eleições. Com certeza esses partidários não irão aplaudir nem estourar chapagne de felicidade.

    DA RESPONSABILIDADE

    Não é preciso ser argucioso, ter poderes extra-sensoriais de Nostradamus, ser mago, vidente ou clarividente para prever o que irá acontecer.

    De dentro da “TRINCHEIRA”, protegido pelo “ESCUDEIRO”, via internet e outras mídias, usando e manobrando seus “ESPARTANOS KAMIKASES”, irá promover uma carnificina batalha campal.

    E, o POVO BRASILEIRO, quem já vem sofrendo e patrocinando o ônus desta “VAIDADE PRESIDENCIAL” terá que absorver mais esta “MOÇÃO NADA HONROSA” de haver contribuído com esta catástrofe e previsível incompetência.

    DOS PEDIDOS

    A priori requer a Revisão liminar do despacho ( 084/2009/PG/PRDF/MPF), que opinou e determinou o arquivamento.

    Requer seu imediato desarquivamento, encaminhamento para a CAMARA DE REVISÃO e, se ainda infrutífero QUE SEJA SUBMETIDO A APRECIAÇÃO E ANÁLISE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTERIO PÚBLICO, consoante Art. 10, § 1º, da RESOLUÇÃO nº. 23, de 2007. e, mesmo assim, caso ainda conclua por improcedente, espera sejam os autos REMETIDOS AO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA., e, mesmo assim improcedente para TRIBUNAL E CORTE INTERNACIONAL DE HAIA, pois que versa o assunto, SOBERANIA, sobre DIREITO PÚBLICO INTRNACIONAL, que afeta e diz respeito indistintamente a todos os paises e sobre os riscos a que estão todos jungidos por força dessa intromissão, que poderá vir a se tornar rotina.

    Tudo em nome da MORALIDADE, DA ÉTICA, PROBIDADE, EQUIDADE, SOBERNAIA NACIONAL, INTERNACIONAL e SOBRETUDO POR SER DE DIREITO, JUSTIÇA, RESPEITO, CUMPRIMENTO AOS TRATADOS SINALAGMÁTICOS, CONVENÇÕES INTERNACIONAIS FIRMADOS, DOS QUAIS O BRASIL É SIGNATÁRIO.

    Isto posto, diante da gravidade dos fatos, das previsíveis conseqüências políticas, administrativas, sociais e segurança do povo hondurenho, e PREJUÍZOS FINANCEIROS PARA O CIDADÃO BRASILEIRO;

    Requer:

    1. Que por medida de segurança e incolumidade física dos funcionários brasileiros que atuam na Embaixada Brasileira;
    2. Por medida preventiva de segurança e atribuição de responsabilidades políticas futuras;
    3. Que devido aos elevados gastos financeiros com a manutenção da Comitiva em detrimento de centenas de cidadãos brasileiros;
    4. Procedam a imediata retirada e afastamento do Senhor Manuel Zelaya e comitiva do interior da Embaixada Brasileira;

    Termos em que

    Aguarda deferimento

    Tangua, 16 de novembro de 2009.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    Excelentíssimo Senhor Procurador Geral da Procuradoria Geral da República no Estado do Rio de Janeiro

    MINISTERIO PÚBLICO FEDERAL

    Excelentíssimo Senhor Ministro do Tribunal de Contas da União -TCU

    BRASILIA – DF

    Excelentíssimo Senhor Presidente da Controladoria Geral da União – CGU

    BRASILIA – DF

    Protocolo

    MPF-Ministério Público Federal

    2009.09.03.103930.

    2009.10.13.140355.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA, cidadão brasileiro, em pleno exercício, uso e gozo de suas prerrogativas e direitos políticos, portador do título de eleitor 0000343100329 – Zona 0151 – Seção 0200 – CPF 313-300-707-63, com domicilio na Av. Luiza Fontinelle, 300 – Entrada da Embratel – Município de Tangua – RJ – Cep 24-890-000 – Tel. 021 3087-8742 – 9101.1464 – em conformidade com o disposto no artigo 5º -Tribunal Penal Internacional, LXXIII, LXXIV, § 2º, 4º, da Constituição Federal, vem mui respeitosamente propor, como de fato propõe a presente:

    REPRESENTAÇÃO / DENUNCIA

    Desde o dia 28 de junho de 2009, quando retornou “clandestinamente / sorrateiramente” ao seu PAÍS HONDURAS, o Presidente deposto MANUEL ZELAYA se encontra “REFUGIADO” na “TRINCHEIRA”- EX-EMBAIXADA BRASILEIRA.

    Conforme entrevista concedida a jornalistas internacionais, somente depois de haver INGRESSADO / INVADIDO as instalações do “TERRITÓRIO BRASILEIRO” com seus 300 assessores kamikazes espartanos, foi que solicitou permissão para permanecer no local, (Transformado hoje para hospedaria, pensão, albergue, “cabeça de porco”), antes Representação Diplomática.

    O PROSCRITO

    O proscrito e sua comitiva kamikaze espartana, constituída de familiares, jornalistas e correligionários do DEGREDADO se imiscuíram no território Nacional Brasileiro, a exemplo do que faziam Adolf Hitler e Napoleão Bonaparte com as nações inimigas dominadas: Destruindo, saqueando, estuprando, desalojando e matando inocentes.

    A MÍDIA

    Diversas mídias internacionais mostraram como estava sendo a estadia, convivência e divisão das dependências internas do imóvel, bens móveis e demais utensílios pessoais dos funcionários da Embaixada Brasileira.

    PALANQUE, TRINCHEIRA OU BANKUER ELEITORAL

    Inexplicavelmente, antes mesmo de definir sua PRESENÇA, TEMPO DE PERMANÊNCIA, CONDIÇÃO DE ESTADA, e COGNOME ATRIBUIDO, se:

    Presidente ou Ex-Presidente;

    Proscrito, exilado,

    Refugiado ou cassado,

    Terrorista ou insurgente,

    Repatriado ou expatriado,

    Subordinado ou insubordinado,

    Guerrilheiro, rebelde ou aliado – asilado político;

    Ocupando e utilizando-se de todas as acomodações (salas – escritórios – suítes – banheiros – cozinhas – móveis – pessoais) e todo o quintal, varanda e partes externas da casa, tudo foi mostrado, veiculado pelo telejornalismo internacional; transformou e adaptou o local a um estúdio teletransmissor de sua plataforma revolucionaria de pretensões políticas e base de conclamação e INCITAÇÃO DE MANIFESTAÇÃO DE REVOLTA E VIOLÊNCIA SANGUINOLENTA.

    O PRESIDENTE DEPOSTO / REPATRIADO, protegido pelo escudo político protetor estrangeiro, fomenta violência, guerrilha e sangria patriótica sob o slogam “PATRIA, RESTITUIÇÃO OU MORTE”

    MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

    Ignorando toda nomenclatura contida nos tratados internacionais que regem as relações diplomáticas o Governo Brasileiro transgride, desconhece, se mostra apático, declara, desacata o GOVERNO DE FACTO e se mostra discricionário, contraditório para com os mesmos e semelhantes fatos ocorridos em regiões vizinhas limítrofes que tinham os mesmos objetivos e fins políticos.

    DIREITO INTERNACIONAL

    O Direito Internacional apregoa universalmente a não interferência de um país sobre outro no que tange a sua soberania, segurança pública, administração e assuntos internos.

    Movido pela vaidade e ânsia de liderar o continente sul americano, intervém e se apresenta como nefilins, anfitrião, mediador, conciliador, juiz de paz, sem ter sido consultado, convidado, convocado ou solicitado. Esquecendo da máxima popular que em briga de marido e mulher não se deve meter a colher. Mesmo sendo consultado e nomeado interlocutor. Atitude que de fato não ocorreu.

    IMBRÓGLIO DIPLOMÁTICO INTERNACIONAL

    Custeado pelo povo / Estado Brasileiro; Tal como um placebo o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criou e mantém um laboratório experimental de divergências políticas privativas, eivado de cepas explosivas sob a batuta de “persona non grata”, estimulando um esdrúxulo nicho político internacional.

    COMUNIDADE INTERNACIONAL

    Mesmo com tantos questionamentos e apelos internacionais o Chanceler Ministro Celso Amorim e o Governo Brasileiro, até a data de hoje não se dispuseram explicar, informar, esclarecer, DEFINIR JUNTO AO GOVERNO INTERINO DE FACTO / GOLPISTA qual o STATUS DO PROSCRITO, se desterrado, exilado, asilado, expulso, retirante, deposto, expatriado, degredado do SENHOR MANUEL ZELAYA, no interior das instalações e dependências da Embaixada Brasileira.

    DIPLOMACIA INTERNACIONAL

    Os organismos internacionais, juridicamente falando, desconhecem e alegam não existir na hermenêutica consular a expressão “HOSPEDE”, bem como não ser reconhecida / aceita no âmbito da diplomacia internacional este conceito jurídico para definir situação e STATUS POLÍTICO. A Convenção de Viena que versa sobre relações diplomáticas estabelece que as instalações e os automóveis diplomáticos são invioláveis.

    DESCORTÊS – DESABRIDO – DESELEGANTE

    TIPICO DE UM ANALFABETO, SEM BERÇO, SEM ORIGEM E SEM CLASSE

    Ao dar “ASILO”, conceder abrigo/albergue, permitir hospedagem, transformando a Embaixada em estalagem “FRONT POLÍTICO” e “CABEÇA DE PORCO”, desalojando literalmente os “vassalos brasileiros”, sem até o momento esclarecer as COMUNIDADES INTERNACIONAIS, o Governo Brasileiro interferiu nos problemas internos hondurenhos, desacatou a SOBERANIA HONDURENHA, administração, conflitos políticos, sem COMUNICAR SUA DECISÃO AO GOVERNO DE FACTO OU GOLPISTA OU AO PRESIDENTE DO TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    NEUTRALIDADE POLÍTICA

    O Governo Brasileiro agiu com fugaz parcialidade, ao conceder e dar abrigo ao DÉSPOTA QUE PRETENDIA IGUALMENTE OUTROS GOVERNOS LATINOS AMERICANOS, ALTERAR CLÁUSULA PÉTREA, À REVELIA DOS INSTITUTOS, ORGANISMOS E POVO HONDURENHO.

    AGRESSÃO

    O Governo Brasileiro agrediu a soberania nacional hondurenha e continua em erro ao manter asilado / abrigado, recolhido em suas instalações sem DEFINIR / CLASSIFICAR / TIPIFICAR seu VERDADEIRO STATUS, frente ao Governo Interino de Honduras e ao próprio TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL.

    TERRITÓRIO SITIADO

    À dispeito de todas as manifestações de repúdio, repulsa e condenações ao cerco / sítio, à Embaixada Brasileira, local de uso diplomático, reconhecido universalmente como extensão territorial, o Governo Hondurenho, CORRETAMENTE, se mantém irredutível, inabalável, inflexível em sua decisão de não arredar pé e afastar-se de sua PROTEÇÃO, DEFESA CONSTITUCIONAL E SOBRANIA NACIONAL HONDURENHA.

    ELEIÇÕES EM 29 DE NOVEMBRO

    TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL

    Tal qual e da mesma forma que as eleições realizadas no Irã, que elegeram Ahmadinejad ou da mesma forma que Hugo Chaves realizou plebiscito / referendum para se eternizar no poder, e, não houve nenhuma manifestação / interferência internacional; as eleições em Honduras, desde que sejam realizadas ordeiramente, pacificamente, com a manifestação espontânea da vontade, não exista comprovadamente abuso de poder, compra de voto ou manipulação na contagem dos votos, não pode haver ingerência externa sob pena de incorrer em INTROMISSÃO NA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E VIOLAÇÃO DE SOBERANIA.

    O povo é soberano no processo constitucional eleitoral quanto a sua manifestação na votação, eleição e posse de seus governantes.

    O Juiz do TSE – TRIBUNAL SUPREMO ELEITORAL, DAVID MATAMOROS, juntamente com o Presidente de facto Interino / golpista ROBERTO MICHELETTI, estão atuando com transparência. Com total maestria e imparcialidade. Estão administrando com total lisura, responsabilidade e democracia, conflitos e interesses opostos. Esta postura pode ser verificada ao atender pedidos formulados pelos TSE, Parlamento e de candidatos presidenciais, para que REVOGUE DECRETO que suspendeu garantias constitucionais e estabeleceu estado de sítio.

    Dentro destes princípios e ótica não é lícito nem prudente a postura do Governo Brasileiro com referência aos atos administrativos e ações internas de Governo estrangeiro.

    DO PEDIDO

    Isto posto, considerando que o Governo Brasileiro, possui inúmeros, quase incontáveis problemas internos sem solução e que se agravam diuturnamente COMPROMETENDO SUA ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVA FEDERAL E O PROPRIO SUCESSOR PRESIDENCIAL: (DIVERSAS REPRESENTAÇÕES E DENUNCIAS DE NEPOTISMO, CORRUPÇÃO, PECULATO, DESVIO DE VERBAS PÚBLICAS, SUPER FATURAMENTO DE OBRAS DO PAC, FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS PUBLICOS, ATOS SECRETOS, LEGISLAR EM CAUSA PROPRIA, FORMAÇÃO DE QUADRILHA, BANDO, ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, CRIME ORGANIZADO NO CONGRESSO BRASILEIRO, E VARIOS OUTROS CRIMES ENVOLVENDO O PARLAMENTO E ATÉ O EXECUTIVO FEDERAL, QUE INFRIGEM A CONSTITUIÇÃO FEDERAL, CÓDIGO CIVIL, CÓDIGO PENAL E CÓDIGO DE ÉTICA, CÓDIGO ELEITORAL ETC).

    * Considerando que no interior brasileiro existem milhares de famílias morrendo verdadeiramente de sede e fome;

    * Considerando que centenas de famílias no dia 12 de outubro, em SÃO PAULO – (DIA DAS CRIANÇAS) tiveram suas CASAS DEVASTADAS PELO FOGO, TOTALMENTE DESTRUIDAS COM TODOS OS SEUS PERTENCES, não é justo, não é sensato que o GOVERNO BRASILEIRO, O ERÁRIO PÚBLICO BRASILEIRO, patrocine, pague, banque, desperdice toda essa fortuna com esse conflito e DESPOTA REVOLUCIONÁRIO e sua COMITIVA que se encontram na Embaixada Brasileira, em STATUS AINDA NÃO POLITICAMENTE TIPICADO, com agravante de graves conseqüências jurídicas e políticas internacionais.

    Atente-se para o fato de que o conflito tende a se agravar e o Governo Brasileiro ainda não atentou para o fato de estar dando AZO a manifestação de ódio e atentado contra a vida e ou Administração Publica.

    Alem do agravante que devido a absoluta ausência de pronunciamento o Governo local pode se arvorar no direito de atentar contra a inviolabilidade da embaixada para resgatar e prender o PRESIDENTE TIRANO.

    Caso venha ocorrer fato com esta gravidade, o que inevitavelmente sucederá, com certeza, toda responsabilidade será e deverá ser atribuída ao Governo Brasileiro que assumirá o ônus de haver negligenciado e desconsiderado as reiteradas observações das comunidades internacionais e Hondurenhas.

    Diante da gravidade dos fatos e das presumíveis conseqüências políticas que tendem a esquentar, requer a imediata INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO PUBLICO INVESTIGATIVO PARA QUE O GOVERNO BRASILEIRO, POR SEU MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, CHANCELER MINISTRO CELSO AMORIM, declare o total do custo financeiro da permanência do SENHOR MANUEL ZELAYA e sua COMITIVA NAS DEPENDENCIAS DA EMBAIXADA BRASILEIRA E QUEM EFETIVAMENTE ESTÁ PATROCINANDO / PAGANDO / CUSTEANDO ESSA FARRA / FANFARRA, EM DETRIMENTO DE MILHARES DE BRASILEIROS MISERÁVEIS SEDENTOS E FAMINTOS.

    Faça cessar imediatamente esse custo com manutenção para estadia, alimentação com essa irregular e indesejável hospedagem.

    Termos em que

    Aguarda deferimento

    Tangua, 12 de outubro de 2009.

    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA

    http://WWW.CRUZADAFORASARNEY.NING.COM

    http://WWW.ASPASCARD.BLOGSPOT.COM
    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA


    ANTONIO GILSON DE OLIVEIRA


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